O impacto do isolamento social devido à COVID-19 na saúde sexual das mulheres brasileiras
Objetivos: Investigar as possíveis repercussões do isolamento social e das políticas restritivas no bem-estar sexual feminino durante o período da pandemia de COVID-19. Métodos: Neste estudo foi utilizado como instrumento de coleta um questionário online, anônimo e auto aplicável, através da platafo...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) |
| Repositorio: | Research, Society and Development |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/43243 |
| Acceso en línea: | https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/43243 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Isolamento social Sexualidade COVID-19 Saúde sexual Saúde da mulher. Sexuality Sexual health Social isolation Women's health. Aislamiento social Salud de la mujer. |
| Sumario: | Objetivos: Investigar as possíveis repercussões do isolamento social e das políticas restritivas no bem-estar sexual feminino durante o período da pandemia de COVID-19. Métodos: Neste estudo foi utilizado como instrumento de coleta um questionário online, anônimo e auto aplicável, através da plataforma Google Forms. O público alvo foi mulheres sexualmente ativas residentes no Brasil. O questionário abordou perguntas sociodemográficas e questões contendo variáveis relacionadas à avaliação dos domínios da atividade sexual da mulher através do Quociente Sexual - Versão Feminina (QS-F). A análise estatística foi realizada utilizando o ambiente de programação R (versão 4.2.3) e o nível de significância adotado foi de 5%. Resultados: Nosso estudo foi composto por 99 mulheres, em sua maioria, jovens, solteiras, com ensino superior completo, residentes na capital e de religião católica. Ademais, a maioria afirmou ser heterossexual, com um parceiro fixo, sem filhos e que não residiam junto com os parceiros. Pudemos observar 18,2% de mulheres com disfunção na pré-pandemia e no pós-pandemia indicando uma estabilidade. Conclusões: Constata-se no estudo que a função sexual das mulheres na amostra estudada não sofreu uma alteração significativa durante a pandemia em comparação ao período pré-pandêmico. |
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