Análise dinâmica de capital de giro no segmento de comércio e distribuição de alimentos de 2014 a 2018 utilizando o modelo fleuriet / Dynamic analysis of working capital in the food trade and distribution segment from 2014 to 2018 using the fleuriet model

Este artigo teve como objetivo classificar as empresas brasileiras de capital aberto do segmento de comércio e distribuição de alimentos de acordo com as diferentes estruturas patrimoniais das contas relacionadas ao capital de giro, dentro da ótica do modelo dinâmico de Michael Fleuriet. Com vistas...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Nascimento, Clara Souza do, Menezes, Jane Costa de, Junior, Célio Gomes de Lima, Gomes, Douglas Willyam Rodrigues, Oliveira, Romerito da Silva, Neto, Oscar Lourenço da Silva
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Brazilian Journals Publicações de Periódicos e Editora Ltda
Repositorio:Brazilian Applied Science Review
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/15082
Acceso en línea:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BASR/article/view/15082
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Modelo Fleuriet
Alimento
Comércio.
Descripción
Sumario:Este artigo teve como objetivo classificar as empresas brasileiras de capital aberto do segmento de comércio e distribuição de alimentos de acordo com as diferentes estruturas patrimoniais das contas relacionadas ao capital de giro, dentro da ótica do modelo dinâmico de Michael Fleuriet. Com vistas a verificar se houve uma estrutura predominante nas companhias nacionais durante os anos de 2014 a 2018. Identi?cou-se três variáveis desse modelo: necessidade de capital de giro (NCG), capital de giro (CDG) e saldo de tesouraria (ST). A pesquisa de natureza quantitativa foi realizada através dados coletados das demonstrações financeiras das empresas listadas na (B3) do segmento de comércio e distribuição de alimentos. Os resultados encontrados identificaram que a companhia Carrefour apresentou uma estrutura financeira péssima (2014) e duas sólidas (2015 - 2018). A companhia Pão de Açúcar teve uma estrutura sólida (2014), uma de alto risco (2015) e três excelentes (2016 - 2018). Conclui-se que as duas empresas se encontram em condições ?nanceiras favoráveis em virtude das oscilações do mercado nos dois primeiros anos.