Modelo suino de aneurisma de aorta abdominal com bolsa de pericárdio bovino
Introdução: A correção do aneurisma pela técnica endovascular ganha mais espaço com o aprimoramento do material utilizado, buscando-se um sistema ideal. Os estudos com esses dispositivos necessitam de modelos experimentais que devem apresentar características anatômicas e fisiopatológicas similares...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2008 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/15224 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/10183/15224 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Aneurisma da aorta abdominal Modelos animais de doenças Cirurgia Suínos Bovinos Aneurisma intracraniano Pericárdio Abdominal Aneurysm Bovine Experimental Glutaraldehyde Model Pericardium Retroperitoneal Saccular Swine |
| Resumo: | Introdução: A correção do aneurisma pela técnica endovascular ganha mais espaço com o aprimoramento do material utilizado, buscando-se um sistema ideal. Os estudos com esses dispositivos necessitam de modelos experimentais que devem apresentar características anatômicas e fisiopatológicas similares aos aneurismas em humanos. Apresentamos um novo modelo com bolsa de pericárdio bovino em suínos, com abordagem cirúrgica por via retroperitonial. Materiais e métodos: Estudo prospectivo, de coorte, avaliado pelo comitê de bioética, utilizando 11 suínos de raça Large White e do sexo feminino, com idade de 12 semanas, dividido em duas fases. A fase I consistiu na confecção do aneurisma, abordando a aorta retroperitonial com anestesia geral; na fase II, após 15 dias, realizou-se a arteriografia, eutanásia e retirada da peça para estudo anatomopatológico. Resultados: Em todos os animais, observou-se formação de trombos murais, como ocorre em aneurismas verdadeiros que comprometem de 30 a 90% da luz. À microscopia foram observadas calcificações na região do trombo em 82% dos animais. Havia infiltrado linfoplasmocitário no enxerto e região perienxerto, com fibrose em nove animais. Em três suínos havia espessamento miointimal considerável, e em oito, microcalcificações. A mortalidade foi nula, sem complicações cirúrgicas locais, isquêmicas e de ruptura. Conclusão: O modelo corresponde ao objetivo inicial de manter a aorta, seus ramos colaterais e terminais pérvios, com achados estruturais semelhantes aos de aneurismas encontrados em humanos: reação inflamatória parietal, periadvencial, trombo e calcificações da parede. As técnicas anestésica e operatória desenvolvidas foram satisfatórias e de morbimortalidade nula no período avaliado. |
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