AUDIOVISUALIDADE EM MÚSICA: PROCESSOS PERCEPTIVOS E COGNITIVOS

Tanto o sistema auditivo, como o sistema visual, ambos localizados em regiões bem próximas no cérebro, codificam frequências (sonoras e luminosas) que entram em nosso sistema sensorial, no caso a visão e a audição, em informações para o cérebro, dando-nos condições de saber com o que estamos nos rel...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Rodrigues, Igor Ortega, Teixeira dos Santos, Regina Antunes, Schulz Gattino, Gustavo
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC)
Repositorio:Revista Educação, Artes e Inclusão
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai::article/4241
Acceso en línea:https://periodicos.udesc.br/index.php/arteinclusao/article/view/4241
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:audiovisualidade
música
integração
cognição
aprendizagem
O auxílio da audiovisualidade no ensino e aprendizagem de música
Descripción
Sumario:Tanto o sistema auditivo, como o sistema visual, ambos localizados em regiões bem próximas no cérebro, codificam frequências (sonoras e luminosas) que entram em nosso sistema sensorial, no caso a visão e a audição, em informações para o cérebro, dando-nos condições de saber com o que estamos nos relacionando. A substituição sensorial é empregada para suprir a perda de uma modalidade sensorial, convertendo a informação do sentido prejudicado por outro sentido não acometido. A integração audiovisual é um tema pouco abordado na literatura musical. Nos estudos sobre música e neurociências este tem sido um assunto constante. Os aportes destes estudos trazem diversas hipóteses que se referem à sinestesia audiovisual, percepção de objetos pela audição musical, manifestação da linguagem e percepção de emoções pela visualização da performance musical. Dessa forma, o propósito deste artigo é apresentar algumas desses aportes e discutir de que forma elas podem auxiliar os músicos, professores de música e musicoterapeutas na sua prática de trabalho e na formulação de novas hipóteses de pesquisa.