O CULTO DO ARTIFÍCIO EM TRANSPOSIÇÕES DE ARTE NO ROMANCE ÀS AVESSAS, DE J.-K. HUYSMANS
Em Às avessas (1884), encontra-se o principal exemplo da tentativa de Huysmans de renovação do romance, promovendo uma ruptura com os movimentos anteriores e, especialmente, com o naturalismo. O decadentismo encontrou em des Esseintes a principal representação das peculiaridades desse movimento, den...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL) |
| Repositorio: | Crítica Cultural (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:portaldeperiodicos.animaeducacao.com.br:article/2994 |
| Acceso en línea: | https://portaldeperiodicos.animaeducacao.com.br/index.php/Critica_Cultural/article/view/2994 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Artifício Transposição de arte Decadentismo Às Avessas Huysmans |
| Sumario: | Em Às avessas (1884), encontra-se o principal exemplo da tentativa de Huysmans de renovação do romance, promovendo uma ruptura com os movimentos anteriores e, especialmente, com o naturalismo. O decadentismo encontrou em des Esseintes a principal representação das peculiaridades desse movimento, dentre elas, o culto do artifício. Em seu retiro, onde o personagem procura afastar-se do mundo real e deter-se em seus sonhos e imaginação, revela-se esse culto. Nesse estudo, investigaremos as transposições de arte em Às avessas, particularmente, as referentes aos quadros Salomé e A Aparição, de Moreau, de forma a analisar como se manifesta o culto ao artificial nessas passagens. Observamos que as transposições dessas obras privilegiam aspectos que remetem ao artificial e à beleza como produto do toque da arte sobre a natureza. Procuram ainda evocar as imagens representadas e explorar as possibilidades da literatura de sugerir e provocar sensações a partir da apreciação da arte pictural. |
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