As Trobairitz irrompem no banquete de Sócrates : ensino de história, Idade Média e imaginação na aprendizagem em história

O artigo problematiza o ensino de história medieval, a partir dos debates em torno do conceito de história menor e da imaginação na aprendizagem em História. Apresentamos um escrito que se baseia na ideia de um medievo que compõe múltiplas temporalidades, muitos modos de ser, muitas maneiras de pens...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Rodrigues, Amanda Gisele, Pereira, Nilton Mullet
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/247008
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/247008
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Idade média
Ensino de história
Trobairitz
Minor history
Imagination
Descripción
Sumario:O artigo problematiza o ensino de história medieval, a partir dos debates em torno do conceito de história menor e da imaginação na aprendizagem em História. Apresentamos um escrito que se baseia na ideia de um medievo que compõe múltiplas temporalidades, muitos modos de ser, muitas maneiras de pensar. Desse modo, pensamos em problematizar o medievo criado no âmbito da produção didática, ao menos até os anos 90, e dos currículos escolares, que se baseia na ideia de uma sociedade masculina e guerreira (características que, evidentemente, marcaram a vida das pessoas na Idade Média). Ao mesmo tempo, propomos construir uma narrativa sobre a Idade Média onde as mulheres trovadoras (trobairitz) são singularidades e se projetam como linhas de fuga, verdadeiros simulacros, em meio a um mundo de homens, permitindo supor que, apesar da existência de subjetividades predominantes e poderosas, o mundo – hoje ou na época medieval – é múltiplo, habitado por diferentes forças, e cabe à aula de História apresentar essa pluralidade aos estudantes