O povoamento e a música religiosa em Minas Gerais, no século XVIII
Quando, em seu mundo mágico, o aborígene da terra brasileira viu, ou cuidou ver, a "itaveravauçú" — a "Sabarabuçú", a Serra "que resprandece", na expressão do aventureiro, castelhano Filipe Guilléu, em sua carta de 20 de julho de 1550 a El-Rei D. João III — o português,...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1965 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Revista de História (São Paulo) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/123720 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/revhistoria/article/view/123720 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | povoamento música Minas Gerais |
| Sumario: | Quando, em seu mundo mágico, o aborígene da terra brasileira viu, ou cuidou ver, a "itaveravauçú" — a "Sabarabuçú", a Serra "que resprandece", na expressão do aventureiro, castelhano Filipe Guilléu, em sua carta de 20 de julho de 1550 a El-Rei D. João III — o português, recém-chegado a São Paulo de Piratininga, acreditou no nativo da terra, porque vinha de outro mundo messiânico, igualmente cheio de prodígios, que era o tempo dos grandes descobrimentos marítimos. |
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