Promoção da Saúde e Rotas Críticas: o que dizem as mulheres em situação de violência?
Essa dissertação tem como objetivo analisar as rotas críticas enfrentadas por mulheres em situação de violência em um município do Rio de Janeiro. O estudo sistematiza e analisa o conceito empírico de "Rota Crítica" no campo da Saúde Coletiva, abordando a promoção da saúde, a naturalização...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:arca.fiocruz.br:icict/66459 |
| Acceso en línea: | https://arca.fiocruz.br/handle/icict/66459 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Rotas Críticas Violência contra as Mulheres Intersetorialidade Promoção da saúde Violence against Women Critical Pathways Intersectorality Health Promotion Violência contra a Mulher Promoção da Saúde Pesquisa Qualitativa Entrevista Violence Against Women |
| Sumario: | Essa dissertação tem como objetivo analisar as rotas críticas enfrentadas por mulheres em situação de violência em um município do Rio de Janeiro. O estudo sistematiza e analisa o conceito empírico de "Rota Crítica" no campo da Saúde Coletiva, abordando a promoção da saúde, a naturalização da violência contra as mulheres e os desafios no enfrentamento da violência. A pesquisa utilizou entrevistas com mulheres que vivenciaram diferentes formas de violência, incluindo violência patrimonial, moral, psicológica, física e sexual. Os relatos revelam a complexidade das experiências de violência e destacam os desafios na percepção e saída do ciclo de abuso. O percurso da rota crítica envolve pontos críticos que podem ajudar ou piorar a situação de violência. A complexidade desse caminho evidencia a necessidade de acesso à informação, suporte adequado e a identificação de barreiras no sistema de saúde e nas redes de apoio. A rede informal é destacada como o primeiro recurso buscado pelas mulheres, enquanto a rede formal frequentemente perpetua a violência institucional. Os achados mostram que muitas mulheres desconhecem os serviços de apoio disponíveis, o que limita o acesso a recursos essenciais. A formação contínua de profissionais de saúde e a promoção de uma cultura de paz são destacadas como fundamentais para enfrentar a violência contra as mulheres. A dissertação também aponta para a necessidade de políticas públicas integradas e coordenadas entre diferentes setores, como saúde, justiça e assistência social, para oferecer um suporte eficaz e humanizado às vítimas. |
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