Avaliação da influência da gravidade da SAOS nas alterações craniofaciais no posicionamento do hioide
Objetivo: O estudo avaliou, cefalometricamente, crianças na faixa etária de sete a dez anos, entre as diferentes estratificações da SAOS e o grupo controle, com relação às alterações esqueléticas e faciais e o posicionamento do osso hioide. Casuística e Método: Foram avaliadas 76 crianças, com idade...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-20072016-141707 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17151/tde-20072016-141707/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cefalometria Cephalometry Child Criança Facial Bones Hyoid Bone Oral Breathing Osso hioide Ossos faciais Respiração bucal Síndrome da apneia do sono Sleep Apnea Syndrome |
| Sumario: | Objetivo: O estudo avaliou, cefalometricamente, crianças na faixa etária de sete a dez anos, entre as diferentes estratificações da SAOS e o grupo controle, com relação às alterações esqueléticas e faciais e o posicionamento do osso hioide. Casuística e Método: Foram avaliadas 76 crianças, com idades entre sete e dez anos, em fase de dentição mista, sem histórico de tratamento ortodôntico, fonoaudiológico ou cirúrgico otorrinolaringológico. Todas as crianças foram submetidas à avaliação otorrinolaringológica e polissonográfica em laboratório do sono, além da realização do exame cefalométrico. Os participantes foram, também subdivididos em grupos, de acordo com a gravidade da SAOS. Das 76 crianças, 14 constituíram o grupo controle; 62 apresentavam SAOS, sendo 46 classificadas como SAOS leve e 16 SAOS moderada ou grave. Todas as crianças foram submetidas à cefalometria lateral para obtenção de medidas lineares craniofaciais e medidas específicas do osso hioide. Essas medidas foram comparadas entre si dentro dos diferentes grupos pelo teste t de Student (correlação de Welch) e correlacionadas com o valor do Índice de apneias obstrutivas + hiponeias (IAOH) do paciente por meio do teste de correlação de Pearson. O nível de significância estabelecido foi p<0,05. Resultados: Observouse maior distância do osso hioide em relação ao plano mandibular no grupo SAOS, quando comparado ao controle (p=0,03). Entre os dois subgrupos da SAOS, os pacientes com doença moderada ou grave apresentaram significativa menor distância horizontal entre o hioide e a parede posterior da faringe (p=0,03), quando comparados aos com SAOS leve. Na correlação entre as medidas cefalométricas e o IAOH, essas mesmas duas medidas apresentaram relação significativa, sendo a correlação positiva para distância do hioide para o plano mandibular (p=0,04) e negativa para distância horizontal do hioide com a faringe (p=0,006). Para as variáveis cefalométricas faciais, não se observou diferença significativa entre os grupos. Conclusão: A posição do osso hioide, em crianças de sete a dez anos, foi caracterizada pela inferiorização naquelas com a doença e posteriorização em pacientes com maior gravidade da SAOS. Para as medidas craniofaciais lineares não houve diferença estatística |
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