Derrida: ouvido, vida, escrita
Este artigo é uma proposta de leitura outra no concernente à análise de autobiografias. Tentando fugir de sua tradicional inclusão em gênero, em especial, graças ao trato crítico de Philippe Lejeune e sua teoria sobre o “pacto autobiográfico”, tentaremos mostrar, especialmente, com base no pensamen...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande (FURG) |
| Repositorio: | Cadernos literários |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.furg.br:article/9383 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.furg.br/cadliter/article/view/9383 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | otobiografia Jacques Derrida ouvido |
| Sumario: | Este artigo é uma proposta de leitura outra no concernente à análise de autobiografias. Tentando fugir de sua tradicional inclusão em gênero, em especial, graças ao trato crítico de Philippe Lejeune e sua teoria sobre o “pacto autobiográfico”, tentaremos mostrar, especialmente, com base no pensamento deJacques Derrida, a otobiografia [ouvidografia] como uma escritura que não se deixa fechar em um gênero – uma escritura que não se limita à simples conferência de autenticidade da vida daquele que escreve. Trata-se aqui de um movimento da escrita de si que se dá a partir do que se ouve e não do que realmente houve. |
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