Precarização do trabalho e desarticulação do movimento sindical no capitalismo contemporâneo
O presente artigo objetiva apresentar uma análise sobre o movimento sindical no Brasil, no contexto do capitalismo contemporâneo. Nesse sentido, parte das relações entre capital e trabalho e das contradições que lhes são inerentes. Demonstraremos como as transformações econômicas e políticas operada...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| Repositorio: | Revista Tópicos Educacionais (Recife. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:oai.periodicos.ufpe.br:article/253777 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.ufpe.br/revistas/topicoseducacionais/article/view/253777 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | sindicalismo trabalho capitalismo reestruturação produtiva neoliberalismo. |
| Sumario: | O presente artigo objetiva apresentar uma análise sobre o movimento sindical no Brasil, no contexto do capitalismo contemporâneo. Nesse sentido, parte das relações entre capital e trabalho e das contradições que lhes são inerentes. Demonstraremos como as transformações econômicas e políticas operadas pelo capital para a manutenção de seus objetivos de lucro e acumulação, ao longo da história, são estratégias que intensificam a exploração da força de trabalho, visando resolver suas crises cíclicas e minimizar suas contradições. No Brasil, a reestruturação produtiva desde o final de século XX e a adesão incondicional dos governantes ao modelo de regulação social neoliberal, promoveram a desarticulação do movimento sindical. Neste quadro, foram utilizadas diferentes estratégias, desde a repressão mais brutal até formas mais sofisticadas, provocando a divisão do movimento e, consequentemente, esvaziando os movimentos de base. |
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