QUALIDADE DE FRUTOS DE DIFERENTES VARIEDADES DE MELANCIA PROVENIENTES DE MOSSORÓ – RN
No Brasil, a produção de melancia com sementes é bastante representativa. No entanto, as informações disponíveis sobre a qualidade de frutos de diferentes variedades cultivadas num mesmo ambiente são ainda incipientes, o que torna necessário a realização de trabalhos que venham suprir essa lacuna. D...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) |
| Repositorio: | Revista Caatinga |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.ufersa.edu.br:article/1662 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.ufersa.edu.br/caatinga/article/view/1662 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Citrullus lanatus Cultivares comerciais Caracterização de fruto |
| Sumario: | No Brasil, a produção de melancia com sementes é bastante representativa. No entanto, as informações disponíveis sobre a qualidade de frutos de diferentes variedades cultivadas num mesmo ambiente são ainda incipientes, o que torna necessário a realização de trabalhos que venham suprir essa lacuna. Dessa forma, o presente trabalho objetivou avaliar a qualidade pós-colheita de diferentes variedades de melancia (Crimson Sweet, Charleston Gray, Sugar Baby, Fairfax e Tendersweet), cultivadas sob manejo convencional, nas condições de Mossoró – RN. O experimento foi conduzido no período de setembro a novembro de 2008, no campo experimental da UFERSA. As avaliações para a qualidade de frutos foram realizadas no Laboratório de Pós-Colheita da UFERSA. O delineamento experimental utilizado foi o DIC, com seis repetições, sendo cada repetição composta por um fruto. As características de qualidade analisadas foram: massa fresca dos frutos (kg); dimensões do fruto (maior comprimento e largura); aparência geral; rendimento em polpa (%); espessura da casca (cm); características de sementes; pH; acidez titulável; vitamina C; sólidos solúveis; e, relação SS/AT. As determinações físicas demonstraram variações para massa fresca de fruto (4,2 a 9,7 kg), rendimento em polpa (42,0 a 58,5%), espessura média da casca (1,1 a 2,5 cm), bem como quanto à quantidade e massa de sementes. Nas determinações físico-químicas observou-se uniformidade fenotípica entre as variedades para quase todas as variáveis e, embora tenham se mostrado qualitativamente favoráveis ao consumo, esse resultado indica estreitamento da base genética das variedades, o que torna necessário a avaliação de outros genótipos. |
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