Análise da temperatura axilar e da febre verificadas em um ensaio clínico com vacinas

Objetivos: Analisar a temperatura axilar no estudo da vacina contra difteria,tétano, o componente pertussis e hemófilo (DTP/Hib), a frequência de febre e a associação dos eventos adversos. Analisar a metodologia para verificação da temperatura corpórea e febre utilizada em diferentes estudos clínico...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Santos, Eliane Matos dos
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2009
País:Brasil
Institución:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Repositorio:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:arca.fiocruz.br:icict/2312
Acceso en línea:https://arca.fiocruz.br/handle/icict/2312
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Vacina DTP/Hib
Evento Adverso
Febre
Vaccine DTP/Hib
Fever
Adverse Event
Vacina contra Difteria, Tétano e Coqueluche/efeitos adversos
Vacina contra Difteria, Tétano e Coqueluche/imunologia
Temperatura Corporal
Febre/fisiopatologia
03 Saúde e Bem-Estar
Descripción
Sumario:Objetivos: Analisar a temperatura axilar no estudo da vacina contra difteria,tétano, o componente pertussis e hemófilo (DTP/Hib), a frequência de febre e a associação dos eventos adversos. Analisar a metodologia para verificação da temperatura corpórea e febre utilizada em diferentes estudos clínicos com a vacina DTP/Hib. Materiais e métodos: Este trabalho é baseado em dados obtidos do "Estudo de imunogenicidade e reatogenicidade de vacina combinada contra difteria, tétano, pertussis e hemófilo tipo b: validação clínica de produto produzido totalmente no Brasil", com 1000 lactentes, realizado no município do Rio de Janeiro, no ano de 2006. Foi analisada a temperatura axilar nos tempos 3, 6, 12, 24, 48 e 72 horas após a vacinação. Foram analisadas as associações entre os eventos adversos locais e eventos adversos sistêmicos. Resultados: A freqüência de febre foi de 53,4% após a primeira dose, 39,9% após a segunda dose e 31,5% após a terceira dose nas 24 horas após a vacinação. A freqüência de febre foi diminuindo com a aplicação das doses. Não houve padrão de associação entre os eventos adversos locais e sistêmicos. A mediana da distribuição da temperatura axilar foi maior nos tempos 6 e 12 horas após a vacinação. Conclusões: A definição de febre e as metodologias utilizadas nos estudos clínicos para verificar a temperatura corpórea ainda são heterogêneas, o que dificulta a comparabilidade entre eles.