A formalização dos casos de denúncia de violência contra a mulher durante a pandemia da COVID 19
A violência contra a mulher por parceiro íntimo não é um fenômeno recente na sociedade. No contexto da pandemia do coronavírus SARS-CoV2 medidas como o isolamento social impactaram diretamente as mulheres, aumentando a vulnerabilidade a situações de violência pelo parceiro íntimo. Maior tempo com o...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/238297 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/238297 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Violência doméstica Pandemia COVID19 Parceria íntima Denúncia formal |
| Sumario: | A violência contra a mulher por parceiro íntimo não é um fenômeno recente na sociedade. No contexto da pandemia do coronavírus SARS-CoV2 medidas como o isolamento social impactaram diretamente as mulheres, aumentando a vulnerabilidade a situações de violência pelo parceiro íntimo. Maior tempo com o agressor no ambiente doméstico, dificuldade de acesso às redes de proteção tornou a formalização de uma denúncia neste contexto ainda mais dificultada. O Objetivo geral do estudo é compreender o fenômeno da violência doméstica durante a pandemia da Covid 19 em um município do interior paulista. Trata-se de um estudo qualitativo e quantitativo, através de análise documental em estudo de campo delimitado, realizado mediante análise de boletins de ocorrência de violência contra a mulher por parceiro íntimo em uma Delegacia de Defesa da Mulher do interior paulista, no período de 01 de março a 31 de outubro de 2020, período o qual apresentou grande adesão ao isolamento. Foram analisados 254 boletins de ocorrências, lavrados por mulheres com idade igual e/ou acima de 18 anos. Os resultados revelaram uma população de mulheres com idades predominantes de 20 a 44 anos, a maioria com estado civil solteira, sendo a violência psicológica o agravo predominante com motivo de agressão de ordem social, ocorrendo em sua maioria dentro da própria casa das vítimas. Conhecer os casos de violência por parceiro íntimo possibilitará aos serviços de proteção às mulheres uma maior visibilidade para a reorganização de suas práticas, construção de estratégias e articulação da rede de serviços. |
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