Estratégias de subsistência de uma população ribeirinha do Rio Marajó-Açú, Ilha de Marajó, Brasil

As estratégias de subsistência dos caboclos do Rio Marajó-Açú, na Ilha do Marajó, são compostas por um quadro bastante diversificado de atividades. Assentados em ambiente de várzea de estuário, eles têm no extrativismo do açaí sua principal atividade econõmica, seguida pela pesca, extração da borrac...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Murrieta, Rui Sérgio Sereni, Brondízio, Eduardo, Siqueira, Andrea, Moran, Emílio F.
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:1989
País:Brasil
Institución:Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG)
Repositorio:Repositório Institucional do MPEG
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.museu-goeldi.br:mgoeldi/520
Acceso en línea:http://repositorio.museu-goeldi.br/handle/mgoeldi/520
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Manejo de floresta tropical
Açaí
Agricultura de corte-e-queima
Caboclos
Mudança cultural
Rain forest management
Slash-and-burn agriculture
Descripción
Sumario:As estratégias de subsistência dos caboclos do Rio Marajó-Açú, na Ilha do Marajó, são compostas por um quadro bastante diversificado de atividades. Assentados em ambiente de várzea de estuário, eles têm no extrativismo do açaí sua principal atividade econõmica, seguida pela pesca, extração da borracha e, em alguns casos, agricultura. A manipulação intensiva da paisagem original levou à formação de florestas manejadas. A agricultura é desenvolvidapreferencialmente, sobre os tesos, acúmulos artificiais de terra construídos por populações indígneas que precederam os caboclos na região. O sistema de subsistência vem apresentando algumas mudanças quanto à sua forma ancestral. No ambiente ribeirinho, a economia mista caminha em direção a um sistema baseado exclusivamente na coleta; já na área de terra firme, a opção tem sido a intensificação da atividade agrícola através da agricultura mecanizada