Mortalidade prematura e distribuição espacial dos óbitos por COVID-19 em crianças e adolescentes, Pernambuco, 2020 E 2021
O aumento da morbimortalidade na infância e na adolescência após o surgimento de novas variantes de COVID-19 evidencia a necessidade de maior atenção para as crianças e adolescentes. Este estudo teve como objetivo descrever as características sociodemográficas, a mortalidade prematura e a distribuiç...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPE |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufpe.br:123456789/60176 |
| Acesso em linha: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/60176 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | COVID-19 Crianças Adolescentes Anos Potenciais de Vida Perdidos Análise espacial |
| Resumo: | O aumento da morbimortalidade na infância e na adolescência após o surgimento de novas variantes de COVID-19 evidencia a necessidade de maior atenção para as crianças e adolescentes. Este estudo teve como objetivo descrever as características sociodemográficas, a mortalidade prematura e a distribuição espacial dos óbitos por COVID-19 em crianças e adolescentes, em Pernambuco, 2020 e 2021. Trata-se de um estudo ecológico, cujas unidades de análise foram constituídas pelos municípios. As fontes de dados foram o Sistema de Informações sobre Mortalidade e o Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos. Foram analisados os óbitos confirmados por COVID-19 na faixa etária de 0 a 19 anos. A caracterização sociodemográfica foi realizada por meio da estatística descritiva e teste exato de Fisher. Foram estimados os Anos Potenciais de Vida Perdidos (APVP) considerando as idades agrupadas em <1 ano, 1 a 4 anos, 5 a 9, 10 a 14 e 15 a 19. Calculados multiplicando-se o número de anos de vida restantes para comletar 75 anos pelo número de óbitos em cada faixa etária. Foi utilizada a idade limite de 75 anos para os cálculos. Para análise espacial foi utilizado o Índice de Moran local e global. Resultados: Foram registrados 152 óbitos por COVID-19 em crianças e adolescentes, com uma média de idade de 7,8 anos e desvio padrão de ±6. Os anos potenciais de vida perdidos pela COVID-19 em crianças e adolescentes foi de 10.150,65. Com uma taxa de 3,5 APVP por 1.000 mil crianças e adolescentes e uma média de 66,8 anos de vida perdido para cada óbito. A análise espacial encontrou um índice de Moran Global de 0,47 (p<0,001), sete aglomerados espaciais, dois em menores de um ano (V, VI e IX regionais de saúde); e cinco nas faixas etárias de 1 a 19 anos (IV, V, IX, X E XI regionais de saúde). Conclusão: Os resultados mostraram que a mortalidade nas crianças e adolescentes teve um número elevado de perda de anos de vida em potencial. Assim, os óbitos por COVID-19 em crianças e adolescentes não ocorreu de forma homogênea entre os municípios pernambucanos, com formação de clusters fora da região metropolitana. |
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