Pronominal constructions: comparing Bolivian and Brazilian students’s written producction
Este artigo aproveita os resultados de estudos comparados entre o espanhol e o português brasileiro realizados a partir de diversos referenciais teóricos que têm em comum focalizarem o funcionamento dessas línguas. Apresentamos um estudo comparativo de produções textuais escritas por alunos bolivian...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Caracol (São Paulo. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/161783 |
| Acesso em linha: | https://www.revistas.usp.br/caracol/article/view/161783 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Bolívia Imigração Construções pronominais Estudos comparados entre espanhol e português brasileiro Bolivia Immigration Pronominal Constructions Comparative studies between spanish and brazilian portuguese |
| Resumo: | Este artigo aproveita os resultados de estudos comparados entre o espanhol e o português brasileiro realizados a partir de diversos referenciais teóricos que têm em comum focalizarem o funcionamento dessas línguas. Apresentamos um estudo comparativo de produções textuais escritas por alunos bolivianos ou descendentes de primeira geração e por alunos brasileiros. Trabalhamos com uma amostra que contou com a participação de 100 informantes que produziram 200 textos. Todos os alunos eram estudantes da rede pública municipal de São Paulo e estão matriculados no ensino fundamental II ou médio. A pergunta da pesquisa buscou responder à seguinte indagação: em torno de quais construções que se encontram em variação no português brasileiro podemos localizar tendências que diferenciem, na escrita, os estudantes bolivianos ou filhos de bolivianos dos estudantes brasileiros que não têm contato com o espanhol no seu entorno familiar? Nas análises que realizamos aparecem como produtivas as construções pronominais em que o clítico não é objeto direto e nem indireto. Dentro dessas construções, duas modalidades apresentaram disparidades entre os dois grupos: (i) a diferença quantitativa na aparição do clítico “se”; e (ii) a diferença de frequência nas ocorrências para 2 verbos em seus usos pronominais: “perder-se” e “sentir-se”. |
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