Efeito de apoio telefônico no conhecimento e atividades de autocuidado de pessoas com diabetes mellitus tipo 2
Estudo quantitativo observacional, de intervenção do tipo antes e depois, com objetivo de analisar o efeito do apoio telefônico no conhecimento e atividades de autocuidado de pessoas com diabetes mellitus tipo 2. Foi realizado no Centro de Saúde Escola de uma cidade do interior paulista. A amostra f...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-24012017-152245 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22132/tde-24012017-152245/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Autocuidado Conhecimento Diabetes mellitus Knowledge Self-care Telefone Telephone |
| Sumario: | Estudo quantitativo observacional, de intervenção do tipo antes e depois, com objetivo de analisar o efeito do apoio telefônico no conhecimento e atividades de autocuidado de pessoas com diabetes mellitus tipo 2. Foi realizado no Centro de Saúde Escola de uma cidade do interior paulista. A amostra foi constituída por 48 pessoas que participaram do programa Apoio telefônico para o monitoramento em Diabetes mellitus - ATEMDIMEL/EERP/USP, em 2013. Para avaliação, foi utilizado um questionário para avaliação das variáveis sociodemográficas, clínicas e antropométricas, e os instrumentos Diabetes Knowledge Questionnaire e Questionário de Atividades de Autocuidado com o Diabetes. Para análise, utilizou-se estatística descritiva, os testes Qui-Quadrado de Pearson e Exato de Fisher. A idade dos participantes variou de 47 a 87 anos, com predomínio do sexo feminino (52,1%). A maioria era casado (64,6%) e aposentados (60,4%). A média de anos de estudo foi de 7 anos. O tempo de diagnóstico foi de 11 a 20 anos (37,5%), sendo o tratamento medicamentoso com insulina o mais utilizado (97,9%). A hipertensão arterial foi a comorbidade predominante (75,0%). A maior parte apresentava obesidade grau I (41,7%) antes e após a intervenção. Pela circunferência abdominal, a maioria apresentou alto risco cardiovascular (83,3%) antes da intervenção e após houve aumento para 87,5% dos participantes. A maioria antes da intervenção apresentou hiperglicemia (54,2%), com HbA1c alterada (77,1%), LDL-C classificado com ótimo (64,6%) e HDL-C alterado (95,8%). Para os triglicerídeos e colesterol, a maior parte foi classificado como ótimo. Após a intervenção, a maioria apresentou glicemia de jejum dentro da normalidade (52,1%) e HbA1c também alterada (85,4%). Os níveis de LDL-C permaneceram classificados com ótimo (66,7%) e os de HDL-C alterados (95,8%). Triglicerídeos e colesterol total mantiveram a classificação como ótimo. A maioria das pessoas apresentaram conhecimento maior ou igual a 8 (87,4%) antes da intervenção e 83,3% após. Sobre o autocuidado, antes da intervenção, os itens que obtiveram seguimento em cinco ou mais dias na semana foram relacionados ao \"consumo de doces\", \"avaliar o açúcar no sangue\", \"secar entre os dedos dos pés\", \"tomar os medicamentos do diabetes\", \"utilizar a insulina conforme o recomendado\" e \"tomar os comprimidos do diabetes\". Após a intervenção, verificou-se que além destes, também houve seguimento em cinco ou mais dias da semana no que se refere a \"seguir uma dieta saudável\", \"consumo de frutas e vegetais\", \"examinar os pés\" e \"examinar dentro dos sapatos\". Os itens que apresentaram maiores escores antes e após a intervenção foram \"uso dos medicamentos e insulina\" e os menores escores à \"prática de atividade física por 30 minutos\" e realizar \"exercício físico específico\". O apoio telefônico mostrou- se como uma ferramenta importante para favorecer o cuidado à pessoa com DM, pois permite identificar as reais necessidades da população para a mudança de comportamento e adesão ao tratamento proposto. Esta investigação oferece subsídios para novos estudos de intervenção com amostras maiores e tempo prolongado com intuito de melhorar o acompanhamento longitudinal da pessoa com DM |
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