Incidência de dor e impacto na qualidade de vida de pessoas com deficiência visual praticantes de goalball / Incidence of pain and impact on the quality of life of visually impaired goalball players

Objetivo: O objetivo do estudo foi analisar a prevalência de dor e o impacto na qualidade de vida de pessoas praticantes de goalball. Método: As coletas foram realizadas com atletas de goalball durante os campeonatos regionais organizado pela Confederação Brasileira de Desporto para Deficientes Visu...

ver descrição completa

Detalhes bibliográficos
Autores: Silva, Marcio Rafael da, Heinemann, Guilherme Eduardo Guterres, Greguol, Marcia
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2021
País:Brasil
Recursos:Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP)
Repositório:Brazilian Journal of Health Review
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/29659
Acesso em linha:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/29659
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Deficiência Visual
Goalball
Dor
Qualidade de Vida.
Descrição
Resumo:Objetivo: O objetivo do estudo foi analisar a prevalência de dor e o impacto na qualidade de vida de pessoas praticantes de goalball. Método: As coletas foram realizadas com atletas de goalball durante os campeonatos regionais organizado pela Confederação Brasileira de Desporto para Deficientes Visuais. Ao total foram entrevistados 55 atletas do sexo masculino e 26 do sexo femininos, que responderam ao Questionário de Dor de Mcgill, Inventário de Dor de Winconsin e Questionário NEI-VFQ-25, utilizado para verificar a qualidade de vida de pessoas com problemas na visão. Os dados foram tratados por meio de frequência de respostas e teste qui-quadrado, com significância p< 0,05. Resultados: Todos os atletas pesquisados indicaram sentir algum tipo de dor, sendo que 60,5% relataram sentir dor na coluna lombar. Outro segmento com bastante destaque foi a região do joelho, com 45,7% dos atletas queixando-se deste segmento. No inventário de dor de Winconsin, 66,7% dos atletas informaram que a dor de uma forma geral aparece no seu dia-a-dia. A prática esportiva é o item que mais aparece quando se questiona sobre a interferência da dor, com 53,1% relatando interferência negativa. No questionário sobre qualidade de vida, os atletas apresentam uma percepção positiva, tendo as questões visuais os piores índices, mas com bons níveis para saúde mental e atividades sociais. Conclusão: Percebe-se que a dor faz parte da rotina do atleta de goalball e o trabalho de uma equipe multidisciplinar é essencial para aperfeiçoar o treinamento do atleta, amenizando essas dores e consequentemente melhorando seu desempenho e qualidade de vida.