Práticas e representações fúnebres: preparações para a morte na Campinas oitocentista
O artigo trata de aspectos do campo fúnebre de Campinas, São Paulo, no século XIX, enfatizando as atividades à margem da liturgia oficial, entre elas procissões, ofícios e rezas, uso de mortalhas e ritos de enterramentos que auxiliavam a população em geral a inculcar os preceitos religiosos acerca o...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) |
| Repositorio: | Resgate (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.sbu.unicamp.br:article/8645791 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/resgate/article/view/8645791 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Campinas (SP). Século XIX. Ritos e cerimônias fúnebres. Irmandades |
| Sumario: | O artigo trata de aspectos do campo fúnebre de Campinas, São Paulo, no século XIX, enfatizando as atividades à margem da liturgia oficial, entre elas procissões, ofícios e rezas, uso de mortalhas e ritos de enterramentos que auxiliavam a população em geral a inculcar os preceitos religiosos acerca os ritos fúnebres, sobretudo com o apoio das irmandades que forneciam aos seus irmãos aportes próprios no pré e pós-morte. Com base em fontes distintas como jornais e testamentos, observou-se que no período as liturgias institucionais da Igreja Católica, dadas por meio de catecismos, manuais e livros sobre a prática do bem viver e morrer, circularam e foram ressignificadas em processos culturais dinâmicos que imprimiram na sociedade campineira características essenciais no modo de se tratar a morte e seus mortos. |
|---|