A semiotic study of The Couple in the Cage: A Guatinaui Odyssey
Esse artigo discute a performance enquanto manifestação artística. Diante da dificuldade de precisar as características gerais desse gênero experimental, utilizei a semiótica como principal ferramenta para analisar um ato performático e compará-lo a outras duas obras, a fim de destacar a existência...
| Author: | |
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2016 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repository: | Estudos Semióticos |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/120538 |
| Online Access: | https://revistas.usp.br/esse/article/view/120538 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Performance Arte Semiótica Performance art Art Semiotics |
| Summary: | Esse artigo discute a performance enquanto manifestação artística. Diante da dificuldade de precisar as características gerais desse gênero experimental, utilizei a semiótica como principal ferramenta para analisar um ato performático e compará-lo a outras duas obras, a fim de destacar a existência de fenômenos recorrentes nos diferentes casos. Por meio de uma abordagem greimasiana, foi analisada a obra “The Couple in the Cage: A Guatinaui Odyssey”, um ato performático realizado no ano de 1992, por dois artistas lanito-americanos, Guillermo Gomez-Peña e Coco Fusco, os quais, vestidos como aborígenes, trancaram-se em uma jaula e passaram três dias compondo parte do acervo de museus da Europa, EUA e México. A performance em questão foi comparada com “Rape Scene” (1973), da artista Ana Mendieta, e “First Woman at the Moon” (1999), realizada por Aleksandra Mir, sendo um dos principais objetivos dessa investigação o levantamento de elementos comuns a todas as obras, possibilitando uma observação mais precisa de tais fenômenos a fim de demonstrar que tais obras possuem aspectos por meio dos quais é possível agrupá-las na categoria “performance”, pois essa linguagem se difere de outras manifestações artísticas (como a música, teatro, pintura, etc.) e garante sua autonomia por meio de uma série de características próprias ao gênero. |
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