Reforma psiquiátrica brasileira e atenção básica à saúde: desafios e possibilidades
Este trabalho objetiva desvelar dificuldades e possibilidades de implantar a Política Nacional de Saúde Mental e de construir o modelo de atenção psicossocial a partir de uma experiência desenvolvida na Atenção Básica no município de Itambé - PR. Esta experiência foi estabelecida pela parceria entre...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/105614 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/105614 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Reforma psiquiátrica - Brasil Saude mental Brazilian psychiatric reform Mental health |
| Sumario: | Este trabalho objetiva desvelar dificuldades e possibilidades de implantar a Política Nacional de Saúde Mental e de construir o modelo de atenção psicossocial a partir de uma experiência desenvolvida na Atenção Básica no município de Itambé - PR. Esta experiência foi estabelecida pela parceria entre esse município e a Universidade Estadual de Maringá - PR para a realização de um projeto de extensão desenvolvido entre os anos 2006 e 2008. Pautado no método da análise histórica, foi realizado um estudo de caso do município a partir de pesquisa documental, entrevistas e observações descritivas. Foi possível vislumbrar algumas possibilidades que justificam a afirmação de que a experiência foi exitosa e que a Atenção Básica deve estar na centralidade do cuidado em saúde/saúde mental. Em relação aos usuários, os vínculos de confiança construídos a partir do acolhimento e do acompanhamento contínuo e a formação de um grupo de convivência deram suporte à produção de cuidado antes, durante e depois de situações de crise. As equipes de saúde pouco a pouco passaram a se envolver nas ações voltadas a estes usuários e a buscar novas formas de cuidado, marcadas por mudanças nos processos e na dinâmica de trabalho. A família passou a ter maior envolvimento e participação no processo de cuidado. Em relação aos estagiários de Psicologia, o contato frequente com pessoas em sofrimento psíquico em instituições não manicomiais e a inserção no cotidiano do serviço da Atenção Básica (UBS) puderam proporcionar-lhes importantes subsídios para a formação, quer pelo conhecimento de uma forma diferenciada de... |
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