Soluções tecnológicas para a síndrome da morte do capim-marandu.

Brachiaria brizantha cv. Marandu foi lançada pela Embrapa em 1984 e, desde então, tornou-se a gramínea forrageira mais plantada no Brasil, especialmente na região Amazônica e nos Cerrados. Em 1994 foram relatados os primeiros casos da síndrome da morte do capim-marandu no Acre. A partir de 1998 houv...

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Detalhes bibliográficos
Autores: ANDRADE, C. M. S. de, VALENTIM, J. F.
Formato: capítulo de livro
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2006
País:Brasil
Recursos:Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Repositorio:Repositório Institucional da EMBRAPA (Repository Open Access to Scientific Information from EMBRAPA - Alice)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.alice.cnptia.embrapa.br:doc/504600
Acesso em linha:http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/504600
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Palisade signalgrass
Capim Marandu
Brachiaria brizantha cv Marandu
Aclimatación
Mortalidad
Pastizales
Pastos forrajeros
Pastagem
Gramínea forrageira
Capim Brachiaria
Brachiaria brizantha
Aclimatação
Variedade resistente
Mortalidade
Transferência de tecnologia
Adoção de inovações
Pastures
Forage grasses
Urochloa brizantha
Acclimation
Mortality
Descrição
Resumo:Brachiaria brizantha cv. Marandu foi lançada pela Embrapa em 1984 e, desde então, tornou-se a gramínea forrageira mais plantada no Brasil, especialmente na região Amazônica e nos Cerrados. Em 1994 foram relatados os primeiros casos da síndrome da morte do capim-marandu no Acre. A partir de 1998 houve grande expansão do problema no Estado, causando a degradação de milhares de hectares de pastagens formadas com esse capim, e problemas similares foram relatados também nos Estados do Pará, Rondônia e Mato Grosso. Vários estudos têm demonstrado que a síndrome ocorre predominantemente em solos de baixa permeabilidade, que se tornam encharcados durante o período chuvoso. O capim-marandu é uma gramínea pouco adaptada a essas condições, que aparentemente aumentam sua susceptibilidade a microorganismos patogênicos de solo, que causam sua morte. Neste capítulo, é feita uma revisão de vários estudos e são apresentadas novas informações relacionadas com: a) a caracterização do problema e sua evolução nas pastagens; b) os resultados do zoneamento de risco edáfico atual e potencial de morte do capim-marandu no Estado do Acre; c) as soluções tecnológicas já testadas e utilizadas com sucesso pelos produtores do Acre; d) as principais demandas tecnológicas existentes para o completo entendimento da síndrome e a sua solução nos diferentes ecossistemas de pastagens da região Amazônica; e e) as estratégias prioritárias para pesquisa e desenvolvimento, transferência de tecnologia e apoio governamental na busca por soluções para o problema, assegurando o desenvolvimento sustentável das cadeias produtivas de pecuária de corte e leite na Amazônia brasileira.