A DESCONSTRUÇÃO DOS HUMANISMOS EM OS FINS DO HOMEM DE JACQUES DERRIDA
Esse artigo tem por objetivo mostrar, a partir da discussão sobre a questão do humano, que, a desconstrução da ontologia nos escritos de Jacques Derrida revela uma preocupação ético-política. Mesmo que os desdobramentos dessa práxis ético-política não sejam ainda tão perceptíveis como em seus trabal...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) |
| Repositorio: | Sapere Aude (Belo Horizonte. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.pucminas.br:article/31092 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.pucminas.br/SapereAude/article/view/31092 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Derrida Heidegger humanismo desconstrução ontologia |
| Sumario: | Esse artigo tem por objetivo mostrar, a partir da discussão sobre a questão do humano, que, a desconstrução da ontologia nos escritos de Jacques Derrida revela uma preocupação ético-política. Mesmo que os desdobramentos dessa práxis ético-política não sejam ainda tão perceptíveis como em seus trabalhos futuros, pretendemos apontar que a desconstrução dos humanismos é, já em Os fins do homem, uma linha de força que marcará a desconstrução derridiana ao longo de toda obra de Derrida. Apresenta-se, assim, como ponto de inflexão importante nessa trajetória a discussão referente ao texto Carta sobre o humanismo de Heidegger, bem como o modo como este, apesar de desmarcar a essência do humano das determinações histórico-metafísicas presentes no humanismo tradicional, permanece, ainda sim, na esteira de uma certa determinação humanista tradicional ao apontar a essência do homem como proximidade ao Ser. Posteriormente, através de um diálogo com Jean Luc-Nancy e Philippe Lacoue-Labarthe, veremos que é a questão do fim dos fins, do objetivo e das perspectivas daqueles que decretam o fim do homem e do humanismo, o que singularizará o pensamento de Derrida, mostrando que todo discurso sobre o fim oculta uma práxis ético-política. |
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