Concepções sobre doença mental e assistência segundo doentes mentais e seus familiares

Este estudo objetivou: 1) identificar as características sociodemográficas e clínicas de doentes mentais e seus familiares; 2) analisar suas concepções sobre doença mental e assistência psiquiátrica. Aplicou-se a Escala de Medida de Opinião (EMO). Foram realizadas análises quantitativas e qualitativ...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Osinaga, Vera Lucia Mendiondo
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2005
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista Latino-Americana de Enfermagem (Online)
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/2089
Acesso em linha:https://www.revistas.usp.br/rlae/article/view/2089
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:saúde mental
psiquiatria
cuidados de enfermagem
salud mental
psiquiatría
atención de enfermería
mental health
psychiatry
nursing care
Descrição
Resumo:Este estudo objetivou: 1) identificar as características sociodemográficas e clínicas de doentes mentais e seus familiares; 2) analisar suas concepções sobre doença mental e assistência psiquiátrica. Aplicou-se a Escala de Medida de Opinião (EMO). Foram realizadas análises quantitativas e qualitativas dos dados. Os 104 sujeitos constituem-se em 35 portadores e 69 familiares (n=104). As provas estatísticas foram o teste de Mann-Whitney, comparando duas populações independentes (Portadores x Familiares), e o Teste de Wilcoxon, comparando duas populações relacionadas (Conceito e Assistência). Houve homogeneidade na distribuição dos escores dos sujeitos tanto para Conceito como para Assistência. Portanto, não houve questões que se sobressaíssem ou que se concentrassem em nenhum dos dois grupos. O perfil dos sujeitos retrata a transição da assistência manicomial para experiências inovadoras, embora haja a concentração dos tratamentos medicamentosos e a dependência da instituição psiquiátrica.