Metafisica e racionalidade científica: um ensaio sobre os fundamentos da matemática
A tese presta-se à discussão de aspectos importantes da filosofia da matemática contemporânea, tomando por base as contribuições e perspectivas perpetradas a partir de meados do século XIX, quando a crise dos fundamentos da matemática inaugura uma discussão generalizada entre as três principais vert...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-15122011-154001 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8133/tde-15122011-154001/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Ciência Epistemologia Epistemology Filosofia Matemática Mathematics Philosophy Science |
| Sumario: | A tese presta-se à discussão de aspectos importantes da filosofia da matemática contemporânea, tomando por base as contribuições e perspectivas perpetradas a partir de meados do século XIX, quando a crise dos fundamentos da matemática inaugura uma discussão generalizada entre as três principais vertentes do pensamento matemático consolidadas no século XX: o logicismo, o formalismo e o intuicionismo. O debate advindo da crise dos fundamentos da matemática angaria importância ao assumir contornos de uma questão normativa, exterior à matemática propriamente dita, mas a ela subjacente, por tocar aspectos relativos à ontologia inerente à matemática, centrada principalmente em posições realistas ou antirrealistas. Ocorre que, particularmente a partir de Brouwer, realismo e antirrealismo tendem a fomentar posições divergentes no que diz respeito à aceitação de determinados conceitos da matemática clássica. O objetivo principal da tese consiste na defesa de uma posição antirrealista e não revisionista na matemática, que se traduz na reivindicação da possibilidade de aceitar noções usuais da matemática clássica sem que seja necessário postular entes matemáticos como realidades independentes. A argumentação é delineada a partir de alguns temas que constituem a própria prosa da filosofia da matemática, privilegiando aspectos de natureza epistemológica. |
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