Vigilância do óbito evitável: comparação entre fetal e neonatal precoce
Comparar características sociodemográficas, assistenciais e epidemiológicas de óbitos fetais e neonatais precoces evitáveis investigados. Estudo transversal, cuja fonte de dados foi a ficha de investigação do óbito fetal, em menor de um ano, preenchida pela vigilância do Recife (PE). Procedeu-se a c...
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Instituto Enfservic |
| Repositorio: | Revista Recien (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.recien.com.br:article/422 |
| Acesso em linha: | https://www.recien.com.br/index.php/Recien/article/view/422 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Mortalidade perinatal Saúde Materno-infantil Estatísticas Vitais Vigilância em Saúde Pública |
| Resumo: | Comparar características sociodemográficas, assistenciais e epidemiológicas de óbitos fetais e neonatais precoces evitáveis investigados. Estudo transversal, cuja fonte de dados foi a ficha de investigação do óbito fetal, em menor de um ano, preenchida pela vigilância do Recife (PE). Procedeu-se a comparação entre os grupos de óbitos fetais e neonatais precoces evitáveis, utilizando o teste Qui-quadrado de Pearson, com a=5%. Dos 117 óbitos analisados, 94 (80,3%) eram fetais. A avaliação da assistência à saúde evidenciou falhas em 95,6% dos óbitos perinatais, destacando-se a assistência ao pré-natal, com falhas em 75,6% dos fetais e 90% nos neonatais precoces. Os óbitos reduzíveis por adequada atenção à mulher na gestação constituíram o principal grupo de evitabilidade (64,1%). Houve falhas na assistência na quase totalidade dos óbitos. A comparação entre os óbitos perinatais evitáveis permitiu avaliar a qualidade da assistência e pode contribuir com a elaboração de estratégias de redução. |
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