Horizonte, traço, fantasma - Presenças-ausências: Steve Paxton, Pina Bausch, Kazuo Ono
Reconhecendo a centralidade de certas noções de presença para as atuais teorias e reflexões no campo das artes cênicas, este trabalho descreve e discute modos paradoxais de relação entre presença e ausência na obra de três artistas da dança: Steve Paxton, Pina Bausch e Kazuo ?no. Dialogando com algu...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-26022021-225210 |
| Acceso en línea: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27156/tde-26022021-225210/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Art and philosophy Arte e filosofia Contemporary dance Dança contemporânea Dance theory Presença Presence Teoria da dança |
| Sumario: | Reconhecendo a centralidade de certas noções de presença para as atuais teorias e reflexões no campo das artes cênicas, este trabalho descreve e discute modos paradoxais de relação entre presença e ausência na obra de três artistas da dança: Steve Paxton, Pina Bausch e Kazuo ?no. Dialogando com algumas das teorizações sobre a presença em artes cênicas e com discussões filosóficas e psicanalíticas atravessadas diretamente por essa temática, encontramos nas obras desses três artistas exemplos consistentes que nos permitem descrever certas matrizes de entrelaçamento entre presença e ausência, que nomeamos como horizonte, traço e fantasma. A discussão dessas matrizes se dá mediante uma acepção do paradoxo como um operador epistemológico, partindo sobretudo de um diálogo com concepções paradoxais da subjetividade e da arte construídas por autores como Donald Winnicott e Jacques Rancière. A partir dos três vértices principais de discussão indicados, são examinadas diferentes implicações e aspectos dos trabalhos desses artistas, que nos levam a certos posicionamentos generalizáveis sobre o lugar da noção de presença em artes cênicas, sobre certos aspectos fundamentais da poética na dança contemporânea e algumas implicações epistemológicas, estéticas, políticas e historiográficas trazidas pela noção paradoxal de presença-ausência que procuramos desenvolver. |
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