Cinética da creatina quinase em diferentes protocolos de treinamento: estudo clí­nico

Objetivo: Analisar a cinética da concentração plasmática de CK em coletas seriadas de sangue pré e pós aplicação de um protocolo de treinamento resistido com ênfase nas diferentes ações musculares: concêntrica, excêntrica e isométrica. Materiais e métodos: Trata-se de um estudo clí­nico com 10 indiv...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Ferreira, Rafaela Zanin, Massahud, Anderson Ranieri, Chavasco, Luciana Souza, Baldim, Marco Antônio Ferreira, Ferreira, Filipe Gabriel, Simão, Adriano Prado
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Instituto Brasileiro de Ensino e Pesquisa em Fisiologia do Exercício (IBPEFEX)
Repositorio:Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.rbpfex.com.br:article/1794
Acceso en línea:https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/1794
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Creatina kinase
Muscle injury
Resistance training
Creatina quinase
Lesión muscular
Entrenamiento de resistencia
Creatina chinasi
Lesione muscolare
Allenamento di resistenza
Lesão muscular
Treinamento resistido
Descripción
Sumario:Objetivo: Analisar a cinética da concentração plasmática de CK em coletas seriadas de sangue pré e pós aplicação de um protocolo de treinamento resistido com ênfase nas diferentes ações musculares: concêntrica, excêntrica e isométrica. Materiais e métodos: Trata-se de um estudo clí­nico com 10 indiví­duos do sexo masculino, idade entre 18 a 25 anos. Todos executaram os três protocolos de treinamento, para determinação da intensidade foi realizado o Teste de 1 RM. Durante os procedimentos foram coletadas amostras sanguí­neas 30 minutos antes e imediatamente após a execução do protocolo. Resultados: Os resultados não mostraram significância estatí­stica entre os tipos de contrações musculares. Obteve-se valores de CK total concêntrico basal de 769,2 ± 1406,9 e pós treino de 981,2 ± 1659,9; excêntrico basal de 398,5 ± 306,2 e pós treino de 533,4 ± 344,0; isométrico basal de 3477,5 ± 3440,8 e pós treino 3668,7 ± 3592,0. Já a CK-MB os valores de concêntrica basal foi de 25,9 ± 14,31 e pós treino de 25,4 ± 13,05; excêntrica basal 17,1 ± 8,96 e pós treino 20,5 ± 9,72; isométrico basal 43 ± 27,49 e pós treino 47  30,15. Conclusão: Não existe diferença significativa entre os tipos de contração muscular na cinética da CK. Porém, ressalta-se que, mesmo não ocorrendo aumento estatí­stico nas concentrações plasmáticas de CK e CK-MB, há uma tendência de elevaçõo destes parâmetros em todas as ações musculares.