Estudo da validação das informações de peso e estatura em gestantes atendidas em maternidades municipais no Rio de Janeiro, Brasil

Os objetivos principais deste artigo são a avaliação da concordância entre as informações de peso e estatura medidas e referidas, bem como a identificação das principais características de 150 gestantes que souberam ou não referir seu peso anterior, peso final e estatura. Os resultados evidenciam qu...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Oliveira, Andreia Ferreira de, Gadelha, Angela Maria Jourdan, Leal, Maria do Carmo, Szwarcwald, Celia Landmann
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2004
País:Brasil
Institución:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Repositorio:Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:arca.fiocruz.br:icict/769
Acceso en línea:https://arca.fiocruz.br/handle/icict/769
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Validade
Peso Corporal
Estatura
Gravidez
Validity
Body Weight
Body Height
Pregnancy
Descripción
Sumario:Os objetivos principais deste artigo são a avaliação da concordância entre as informações de peso e estatura medidas e referidas, bem como a identificação das principais características de 150 gestantes que souberam ou não referir seu peso anterior, peso final e estatura. Os resultados evidenciam que as informações referidas para o peso anterior aproximam-se dos valores medidos (coeficiente de correlação de Pearson (0,96) e intraclasse (0,92); p < 0,05), o mesmo ocorrendo em relação à variável peso final (coeficiente de correlação de Pearson (0,96) e intraclasse (0,95); p < 0,05). Contudo, a análise de regressão linear é capaz de detectar que essa relação é problemática para a variável estatura (b0 = 45,5 e b1 = 0,71; p < 0,05) e, portanto, as informações referidas para esta devem ser utilizadas com cautela quando os valores medidos não estiverem disponíveis. Quanto à caracterização do grupo de gestantes que não informaram as três medidas (n = 141), elas são as de menor nível de instrução (63,9%), as que não fizeram ou menos freqüentaram o pré-natal (64,3%) e as que deram entrada no pré-natal mais tardiamente - já no segundo ou terceiro trimestre (59,3%).