Controle postural de crianças com paralisia cerebral e desenvolvimento típico

Resumo: A criança com paralisia cerebral apresenta comprometimento das reações de equilíbrio em função das manifestações clínicas Objetivo: verificar o comprometimento do controle postural em crianças com paralisia cerebral Métodos: 64 crianças foram avaliadas e divididas em quatro grupos G1: cinco...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Vitor, Leonardo George Victorio
Tipo de documento: dissertação
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2024
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual de Londrina (UEL)
Repositório:Repositório Institucional da UEL
Idioma:português
OAI Identifier:oai:repositorio.uel.br:123456789/13814
Acesso em linha:https://repositorio.uel.br/handle/123456789/13814
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Paralisia cerebral nas crianças
Equilíbrio (Fisiologia)
Crianças
Postura humana
Capacidade motora nas crianças
Cerebral palsied children
Equilibrium (Physiology)
Body mechanics
Children
Descrição
Resumo:Resumo: A criança com paralisia cerebral apresenta comprometimento das reações de equilíbrio em função das manifestações clínicas Objetivo: verificar o comprometimento do controle postural em crianças com paralisia cerebral Métodos: 64 crianças foram avaliadas e divididas em quatro grupos G1: cinco e seis, G2: sete e oito, G3: nove e dez anos com desenvolvimento típico e G4: cinco a 12 anos com paralisia cerebral O controle postural foi avaliado por meio da Escala de Equilíbrio Pediátrica, Teste de Alcance e Plataforma de Força Resultados: O déficit no controle postural foi identificado no G4, na escala de equilíbrio pediátrica o G4 obteve 52 pontos, quando comparadas as crianças do G2 (55,5) e G3 (56), com diferença significante; no teste de alcance anterior G4 (19 cm) e G2 (25,5 cm) foram diferentes significantemente; sobre a plataforma de força, na postura bipodal, a área do centro de pressão do G2 (1,62 cm²) e G3 (1,36 cm²) foram menores que do G4 (4,24 cm²) significantemente Conclusão: A criança com paralisia cerebral tem prejuízo no controle postural, na realização de atividades funcionais, mobilidade e área do centro de pressão, e seu desempenho aproximou-se das crianças com desenvolvimento típico na faixa etária entre cinco e seis6 anos