Entre Categas e Mundiças: os primeiros cemitérios oficializados de Porto Velho (RO)
O presente artigo tem por objetivo analisar os dois primeiros territórios da morte oficializados de Porto Velho, RO, e as territorialidades deles engendradas pelo universo sócio-espacial da cidade. Busca compreender as formas de organizações marcadas por singularidades, mudanças, permanências e rela...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) |
| Repositorio: | Revista M (Rio de Janeiro) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.seer.unirio.br:article/8139 |
| Acceso en línea: | https://seer.unirio.br/revistam/article/view/8139 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cemitério da Candelária (Categas) Cemitério Inocentes (Mundiças) Porto Velho (RO) Territórios da Morte Cemitérios e territorialidades. |
| Sumario: | O presente artigo tem por objetivo analisar os dois primeiros territórios da morte oficializados de Porto Velho, RO, e as territorialidades deles engendradas pelo universo sócio-espacial da cidade. Busca compreender as formas de organizações marcadas por singularidades, mudanças, permanências e relações sociais da época que atravessam o tempo presente. Os cemitérios da Candelária e Inocentes foram concebidos para abrigar os corpos de Categas e Mundiças, assim denominados os grupos sociais que fizeram parte da cena portovelhense, até o final da primeira metade do século XX. O primeiro corresponde aos funcionários da ferrovia e, posteriormente, com o crescimento da cidade, aos funcionários públicos e comerciantes. Eram assim denominados porque, aos olhos da população pobre, eles possuíam certa categoria. O segundo representava os demais sujeitos sociais, que viviam em bairros periféricos sem as mínimas condições de higiene e, por essa razão, eram denominados Mundiças. |
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