Impacto da adoção de tempo de recuperação auto selecionado na melhoria de desempenho pós-ativação em homens destreinados e atletas

A melhoria do desempenho pós-ativação (MDPA) é o fenômeno em que são observados incrementos no desempenho de ações musculares rápidas e fortes (e.g., saltos e sprints) após a realização de atividade de pré-ativação (PA) consistindo em exercícios de alta intensidade. Pelo fato de o estado de treiname...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Fontanetti, Gabriel [UNESP]
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/250241
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/250241
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Melhoria de desempenho pós-ativação
Potencialização pós-ativação
Salto com contra movimento
Potência
Voleibol
Post-activation performance enhancement
Post-activation potentiation
Counter-movement jump
Power
Volleyball
Descripción
Sumario:A melhoria do desempenho pós-ativação (MDPA) é o fenômeno em que são observados incrementos no desempenho de ações musculares rápidas e fortes (e.g., saltos e sprints) após a realização de atividade de pré-ativação (PA) consistindo em exercícios de alta intensidade. Pelo fato de o estado de treinamento afetar a responsividade à MDPA, o objetivo do presente estudo foi investigar se este fator interfere na eficácia da utilização de tempo de recuperação auto selecionado quando se visa a manifestação da MDPA. Participaram do presente estudo 21 adultos saudáveis do sexo masculino que foram alocados em dois grupos: destreinados (DEST) e atletas (ATL), de acordo com seu histórico de treinamento. Ambos os grupos realizaram três sessões experimentais em ordem aleatória. Uma sessão com intervalos fixos (IF), que consistiu na mensuração da altura de salto com contra movimento (SCM) 4 minutos antes e 2, 4, 6, 8 e 10 minutos após a realização de cinco agachamentos com carga de 5-RM; uma sessão controle (CON) que consistiu nas mesmas mensurações, porém sem a realização dos cinco agachamentos; e uma sessão experimental com intervalo auto selecionado (IAS), que consistiu na avaliação da altura de SCM 4 minutos antes da realização dos mesmos cinco agachamentos realizados na sessão IF, além da repetição dessa mensuração após IAS pelos participantes a partir do preenchimento de uma escala de prontidão. Os tempos de IAS foram comparados entre grupos por testes t de Student para medidas não repetidas. O desempenho de SCM (i. e., altura de salto) foi comparado entre grupos, ao longo do tempo, e entre sessões experimentais por análises de variância fatoriais de três caminhos. O nível de significância adotado foi de p < 0,05. Os resultados do presente estudo apresentaram diferença significante para altura de salto (p < 0,05) entre os grupos nas três sessões experimentais nos momentos pré e pós PA. Não houve diferença significante para ambos os grupos durante os momentos pré e pós PA na sessão controle. Para a sessão IF, os dois grupos apresentaram aumento significante para altura de salto (p < 0,05) após a PA. Apenas o grupo dos atletas apresentou aumento significante para altura de salto (p < 0,05) após a PA na sessão IAS, porém não diferente do aumento observado na sessão IF. É possível concluir que, a utilização do IAS na responsividade à MDPA foi eficaz apenas para a população dos atletas.