Alterações estruturais de músculo esquelético submetido a alongamento passivo, em ratos.

O trabalho teve como objetivo avaliar as alterações estruturais no músculo tibial anterior de ratos submetidos a sessões de alongamento, realizadas uma vez por semana, durante oito. Para isso, modificamos o protocolo de NICHOLAOU et al (1987), de forma a não induzir lesão muscular. Os ratos foram sa...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Erica Abjaudi Cardoso
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2006
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Repositorio:Repositório Institucional da UFMG
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufmg.br:1843/ICBC-6W8LCQ
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/1843/ICBC-6W8LCQ
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:músculo esquelético
alongamento passivo
ratos
Músculo esquelético
Biologia celular
Alongamento (Fisiologia)
Descrição
Resumo:O trabalho teve como objetivo avaliar as alterações estruturais no músculo tibial anterior de ratos submetidos a sessões de alongamento, realizadas uma vez por semana, durante oito. Para isso, modificamos o protocolo de NICHOLAOU et al (1987), de forma a não induzir lesão muscular. Os ratos foram sacrificados um, três e sete dias após a última sessão de alongamento. Foram analisados o tamanho do ventre muscular, do sarcômero, do diâmetro transverso da fibra e a densidade de bandas A. Cada sessão de alongamento nos fornecia gráficos tempo vs. deslocamento, de onde obtivemos dados que demonstraram a manutenção do alongamento muscular nos diferentes tempos analisados (60, 120, 360 e 900 segundos) na mesma sessão de alongamento e de uma sessão para a outra. A análise histológica não revelou sinais de inflamação celular nem ruptura tecidual. A análise imunohistoquímica demonstrou ausência de marcação de ED1 e marcação similar para ED2, tanto no músculo alongado quanto no controle.O comprimento do ventre muscular e o tamanho do sarcômero permaneceram inalterados. Houve aumento do diâmetro transversal das fibras musculares de ratos mortos três e sete dias após a última sessão de alongamento e aumento na densidade de bandas A de ratos mortos sete dias após a última sessão de alongamento.