Protocolo com nove dias de progesterona para inseminação artificial em tempo fixo em vacas taurinas adaptadas ao clima tropical

Três experimentos foram realizados para adaptar um protocolo de sincronização de estro e da ovulação para ser utilizado em programas de inseminação artificial em tempo fixo (IATF) em vacas taurinas tropicalmente adaptadas. No Exp. 1 (crossover), vacas pluríparas Curraleiro Pé-Duro (n= 12) receberam...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Santos, R., Tortorella, Rodrigo Dorneles, Barbosa, E. A., Teixeira, H. C. A., Paiva Neto, M. A., Ramos, A. F.
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade de Brasília (UnB)
Repositorio:Repositório Institucional da UnB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unb.br:10482/33388
Acceso en línea:http://repositorio.unb.br/handle/10482/33388
http://dx.doi.org/10.1590/1678-4162-9703
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Bovino
Fertilidade
Sincronização
Ovulação
Reprodução
Descripción
Sumario:Três experimentos foram realizados para adaptar um protocolo de sincronização de estro e da ovulação para ser utilizado em programas de inseminação artificial em tempo fixo (IATF) em vacas taurinas tropicalmente adaptadas. No Exp. 1 (crossover), vacas pluríparas Curraleiro Pé-Duro (n= 12) receberam um dispositivo intravaginal contendo 1g de P4 por oito dias e 2mg de BE intramuscular (IM) no momento da inserção do dispositivo (dia 0). No dia da remoção do dispositivo (dia 8), as fêmeas receberam 150μg de D-cloprostenol sódico e 300UI de gonadotrofina coriônica equina (eCG) IM, sendo, então, divididas aleatoriamente para receber 1mg de BE no dia 8 (BE8) ou 1mg de BE no dia 9 (BE9). A aplicação de BE no D9 atrasou a ovulação em aproximadamente 15 horas (P<0,05). No Experimento 2, foram avaliados protocolos com oito (P4D8) e nove dias (P4D9) de exposição à progesterona, resultando em parâmetros de desenvolvimento folicular e luteal semelhantes entre os tratamentos (P>0,05). No Experimento 3, os protocolos hormonais de IATF BE8 e P4D9 foram testados para a taxa de prenhez, alcançando 23% (10/43) e 20% (9/45), respectivamente (P>0,05). Embora o grupo P4D9 tenha mostrado avanço na proporção de animais que responderam ao protocolo quando comparado ao protocolo BE8, este não se refletiu em melhora na taxa de prenhez.