Uma maneira brasileira de tocar o saxofone? Propostas pedagógicas para o ensino do instrumento na perspectiva da clave-consciência.
Buscando trazer referenciais teóricos que sustentem os questionamentos aqui levantados, esta pesquisa se configura como uma pesquisa artística. Ele propõe uma discussão sobre as possíveis maneiras de tocar o saxofone no Brasil, explorando algumas práticas de execução desse instrumento no contexto do...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Udesc |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.udesc.br:UDESC/20841 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.udesc.br/handle/UDESC/20841 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | saxofone clave-consciência choro articulação brasileira música afro-brasileira |
| Sumario: | Buscando trazer referenciais teóricos que sustentem os questionamentos aqui levantados, esta pesquisa se configura como uma pesquisa artística. Ele propõe uma discussão sobre as possíveis maneiras de tocar o saxofone no Brasil, explorando algumas práticas de execução desse instrumento no contexto do choro e outros gêneros populares urbanos, como interface com as matrizes rítmicas afro-brasileiras. Ademais, investiga a influência do jazz em uma relação paradoxal com uma pedagogia rítmica brasileira, gerando encontros e desencontros entre essas tradições musicais. Ao revisitar brevemente a história do saxofone, destacam-se dois músicos que conectam gerações distintas e que contribuíram para a formação de uma música afro-brasileira: Pixinguinha e Letieres Leite. Através do conceito de clave-consciência, introduzido por Letieres Leite, investiga-se a memória musical e a forma como as matrizes rítmicas africanas, transmitidas pela oralidade, podem enriquecer a prática rítmica dos instrumentistas e saxofonistas. É essa transmissão que fomenta uma prática musical historicamente robusta, refletindo as contribuições significativas da Pequena África do Rio de Janeiro e do povo Banto para a música brasileira. Como criação artística, propõem-se exercícios percussivos de interpretação no saxofone, explorando diversas possibilidades sonoras. Para complementar esta seção, desenvolvem-se arranjos para as composições Lamentos, de Pixinguinha, e Trilhos Urbanos, de Caetano Veloso, fundamentados em técnicas presentes no repertório afro-diaspórico. |
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