Geochemical mapping of arsenic in surface waters and stream sediments of the Quadrilátero Ferrífero, Brazil.

Um estudo regional da concentração do arsênio em águas superficiais e sedimentos fluviais com uma alta densidade de amostragem de uma amostra para cada 13 km2 foi conduzido pela primeira vez no Quadrilátero Ferrífero (Brasil). A região foi dividida em bacias de 3ª ordem, sendo amostrados 512 trechos...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Costa, Raphael de Vicq Ferreira da, Leite, Mariangela Garcia Praça, Mendonça, Fellipe Pinheiro Chagas, Nalini Júnior, Hermínio Arias
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2015
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)
Repositório:Repositório Institucional da UFOP
Idioma:inglês
OAI Identifier:oai:repositorio.ufop.br:123456789/6181
Acesso em linha:http://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/6181
http://dx.doi.org/10.1590/0370-44672015680077
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Geochemical Mapping
Arsenic
Surface water
Stream sediments
Quadrilátero Ferrífero
Descrição
Resumo:Um estudo regional da concentração do arsênio em águas superficiais e sedimentos fluviais com uma alta densidade de amostragem de uma amostra para cada 13 km2 foi conduzido pela primeira vez no Quadrilátero Ferrífero (Brasil). A região foi dividida em bacias de 3ª ordem, sendo amostrados 512 trechos nessas bacias. A concentração de As foi determinada nas águas e nos sedimentos, após digestão parcial, com o auxílio de um ICP-OES. Os valores de arsênio encontrados nas águas superficiais variaram entre 57.70 e 414 μg.L-1. Já para os sedimentos de corrente, as concentrações oscilaram entre 0.63 e 1691 mg.kg-1, sendo que dos 512 pontos de amostragem 135 (26%) apresentaram concentrações de arsênio acima do limite de detecção, que é de 0,63 mg.kg -1. Também foram encontradas 106 bacias de 3ª ordem com valores acima do 3º quartil (5.09 mg.kg-1). Os resultados mostram que as elevadas concentrações deste elemento estão fortemente relacionadas com a presença de rochas do grupo Nova Lima, que contém minerais ricos em arsênio. Porém, a influência antrópica na existência destas elevadas concentrações não pode ser descartada, já que a região apresenta um histórico de mais de 300 anos de exploração de ouro.