Caracterização do papel das enzimas manosiltransferases no processo de envelhecimento em Saccharomyces cerevisiae.
Projeta-se para 2050 o dobro de pessoas acima de 65 anos e o triplo, acima de 80 anos. Espera-se uma elevada prevalência de indivíduos com doenças relacionadas ao envelhecimento (Diabetes Mellitus, doenças cardiovasculares, neurodegenerativas e câncer). Durante o envelhecimento, há perda da proteost...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-23102023-105451 |
| Acceso en línea: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/87/87131/tde-23102023-105451/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Saccharomyces cerevisiae Biologia Molecular Longevidade Longevity Mannosyltransferases Manosiltransferases Molecular Biology |
| Sumario: | Projeta-se para 2050 o dobro de pessoas acima de 65 anos e o triplo, acima de 80 anos. Espera-se uma elevada prevalência de indivíduos com doenças relacionadas ao envelhecimento (Diabetes Mellitus, doenças cardiovasculares, neurodegenerativas e câncer). Durante o envelhecimento, há perda da proteostase e todo o proteoma é afetado, inclusive a homeostase de glicosilação que ocorre no RE (retículo endoplasmático), mas a via UPR (Unfolded Protein Response) pode ser ativada para reestabelecer a homeostase proteica. Mutantes das manosiltransferases ALG12 (BY4741) e PMT1 (BY4742) são capazes de induzir esta via e promover a extensão da RLS (Replicative Lifespan) em Saccharomyces cerevisiae. Este trabalho estudou um conjunto de mutantes nulos de manosiltransferases, codificadas nos genes ALG6, ALG12, EOS1, MNN1, MNN2, PMT1, PMT3, PMT5 e YUR1. Verificou-se se estes, individualmente, estendem a RLS de S. cerevisiae por ativação da UPR. Todos os mutantes, exceto eos1Δ estenderam a RLS. Vermelho do Congo e Calcofluor White foram utilizados para analisar a resistência ao estresse da parede celular. A atividade do sistema Ubiquitina-Proteassomo foi mensurada e mostrou-se reduzida nos mutantes nulos de manosiltransferases. Os resultados de RT-PCR sugerem que, nos mutantes testados, não houve a ativação da via UPR, indicando que a observada extensão de longevidade é promovida por uma outra via de S. cerevisiae. Outras vias deverão ser estudadas, para analisar quais colaboram com este fenótipo. Conclui-se que o conjunto de manosiltransferases estudadas, não constitui um conjunto fenotípico homogêneo, porque apenas alguns mutantes estenderam a longevidade de S. cerevisiae. |
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