Apresentação. De actantes, signos, discursos. De uma banda a passar e de leite derramado. De escravos e senhores
O texto que abre esta edição da Estudos Semióticos é assinado por Wolfgang Wildgen, um dos mais destacados promotores da orientação morfodinâmica nas teorias da linguagem, orientação compartilhada, aliás, com a contribuição da professora Isabel Marcos que havíamos publicado no primeiro número da tem...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufc.br:riufc/52279 |
| Acceso en línea: | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/52279 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Apresentação Semiótica Actante Signo Discurso |
| Sumario: | O texto que abre esta edição da Estudos Semióticos é assinado por Wolfgang Wildgen, um dos mais destacados promotores da orientação morfodinâmica nas teorias da linguagem, orientação compartilhada, aliás, com a contribuição da professora Isabel Marcos que havíamos publicado no primeiro número da temporada 2016. O docente da Universidade de Bremen, em seu trabalho, empreende uma reflexão sobre os sistemas dos casos gramaticais e aponta, como núcleo comum para as suas diversas tipologias linguísticas, a base emocional da enunciação humana, centrada na ação. Apoiando-se em René Thom e Jean Petitot, o autor sustenta ser esta base emocional o fundamento capaz de explicar a morfogênese da actancialidade subjacente a toda variação de casualidade gramatical identificada nas diferentes línguas. Em seus termos, o processo evolutivo humano compreende níveis de complexidade semiótica crescentes correspondendo a níveis de atctancialidade que se vão estocando na memória do homem, como uma gramática básica da experiência, variando desde um nível actancial zero, em que se reconhece a presença de um predador, manifestado num grito de alarme, por exemplo, até níveis mais sofisticados de representação actancial. A constituição desse sistema actancial estaria para Wildgen na base da faculdade cognitiva do homem, articulada como linguagem, e os processos de gramaticalização próprios de cada língua particular se incumbiriam de dar-lhe feições específicas. [...] |
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