O programa Banco Comunitário de Sementes de Adubos Verdes no estado do Rio de Janeiro: um estudo de caso da Associação Agroecológica de Teresópolis
Em 2007, surgiu o Programa Banco Comunitário de Sementes de Adubos Verdes - BCSAV, uma iniciativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA, em parceira com outras instituições. O programa tem abrangência nacional, e surgiu pra suprir duas demandas, a baixa utilização da técnica...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRRJ |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:rima.ufrrj.br:20.500.14407/12025 |
| Acceso en línea: | https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/12025 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | banco de sementes agroecologia Associação Agroecológica de Teresópolis - AAT seed bank agroecology Agroecological Association of Teresopolis - AAT Agronomia |
| Sumario: | Em 2007, surgiu o Programa Banco Comunitário de Sementes de Adubos Verdes - BCSAV, uma iniciativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA, em parceira com outras instituições. O programa tem abrangência nacional, e surgiu pra suprir duas demandas, a baixa utilização da técnica de adubação verde e pouca disponibilidade de recurso genético apropriado à agricultura agroecológica e orgânica. No estado do Rio de Janeiro foram formados 70 bancos de sementes, sendo 65 familiares e 5 comunitários. A proposta desse trabalho foi analisar os limites e potenciais do programa BCSAV no estado do Rio de Janeiro para a promoção da agroecologia e da agricultura orgânica. Durante a pesquisa verificou-se que no município de Teresópolis/RJ o programa alcançou resultados relevantes. Na Associação Agroecológica de Teresópolis-AAT, foi formado um banco comunitário de sementes e trinta e um bancos familiares. Os dados da pesquisa foram coletados por meio de entrevistas semi-estruturadas com os sujeitos envolvidos no programa e ida a campo. Ao analisar os potenciais e limites existentes, para que ações como essa possam contribuir no sentido de ampliar as perspectivas dos agricultores familiares, em relação à independência sementes e a promoção da agroecologia, chegamos a algumas reflexões. Com relação aos limites foram identificados alguns pontos: ausência de assistência técnica específica para o programa, tempos disponível para realizar todo o ciclo, dificuldades de estabelecer parcerias institucionais, monitoramento e sistematização. Como potencial destaca-se: envolvimento dos agricultores na multiplicação e troca de sementes, sensibilidade dos profissionais da assistência técnica, adoção da técnica de adubação verde, formação dos bancos familiares e comunitários. É possível afirmar, que apesar das dificuldades que o programa enfrenta, contribui positivamente para a independência dos agricultores quanto às sementes e para a promoção da agroecologia. |
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