Últimos desejos : questões de fim de vida em pacientes com cuidados paliativos exclusivos

O desenvolvimento de novas tecnologias fez com que pacientes possam ter as suas funções vitais mantidas por um maior período de tempo, alongando a fase final de suas vidas. Os cuidados paliativos são uma nova abordagem para o processo de atenção à saúde do paciente, tendo como finalidade humanizar e...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Roso, Larissa Franke
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/179036
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/10183/179036
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Cuidados paliativos
Doente terminal
Morte
Assistência terminal
Palliative care
Desire
End of life
Descrição
Resumo:O desenvolvimento de novas tecnologias fez com que pacientes possam ter as suas funções vitais mantidas por um maior período de tempo, alongando a fase final de suas vidas. Os cuidados paliativos são uma nova abordagem para o processo de atenção à saúde do paciente, tendo como finalidade humanizar esse período de fim de vida. Muitos pacientes, mesmo nesta situação, ainda apresentam desejos, que podem ou não ser realizados. A ênfase nos aspectos biológicos e quantitativos, por parte dos profissionais de saúde, pode prevalecer sobre as questões associadas à perspectiva biográfica dos pacientes, que é qualitativa. Este novo olhar, tanto em termos de abordagem profissional quanto de avaliação de resultados, permite um diálogo entre as perspectivas biológicas e biográficas dos pacientes. O objetivo da presente dissertação é verificar, com base no referencial da bioética complexa, os aspectos biográficos de pacientes atendidos no Núcleo de Cuidados Paliativos (NCP) do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), especialmente os últimos desejos, e sua relação com a perspectiva de finitude. Os pacientes, familiares e profissionais de saúde foram acompanhados ao longo de um ano, período no qual os dados foram coletados e depois avaliados qualitativamente.