The Uncanny Imp : an analysis of Freud’s uncanny in Edgar Allan Poe's The Imp of the Perverse and William Wilson
Este artigo discute os contos O Demônio da Perversidade e William Wilson, de Edgar Allan Poe, sob a perspectiva dos conceitos psicanalíticos de Sigmund Freud, principalmente o inquietante (Unheimliche). Ambos os contos exploram aspectos da psique humana os quais seriam posteriormente explicados pelo...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/214950 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/214950 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Poe, Edgar Allan, 1809-1849 Freud, Sigmund, 1856-1939 Análise literária Literatura e Psicanálise Edgar Allan Poe Sigmund Freud Uncanny Imp of the Perverse William Wilson |
| Sumario: | Este artigo discute os contos O Demônio da Perversidade e William Wilson, de Edgar Allan Poe, sob a perspectiva dos conceitos psicanalíticos de Sigmund Freud, principalmente o inquietante (Unheimliche). Ambos os contos exploram aspectos da psique humana os quais seriam posteriormente explicados pelo inovador trabalho de Freud. A primeira parte deste estudo foca no diálogo entre a literatura e o conceito freudiano do inquietante. Em seguida o conceito é aplicado a uma leitura do conto O Demônio da Perversidade, em que Poe apresenta sua própria teoria da natureza fragmentada da mente humana. Na terceira parte deste estudo, os conceitos da perversidade e do inquietante nos auxiliam a analisar o conto William Wilson, uma das mais célebres narrativas sobre o tema do duplo. As leituras interpretativas e os paralelos traçados reforçam os diálogos entre o trabalho ficcional do escritor americano Edgar Allan Poe e as revolucionárias ideias de Freud, as quais sustentam as bases da psicologia moderna. |
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