Publicidade vernacular: um estudo sobre práticas comunicativas persuasivas informais
Em uma chave conceitual propositiva, a dissertação busca delinear uma modalidade de publicidade que chamamos de vernacular. Essa variante está à margem dos limites da publicidade oficial, abordada por Maria Eduarda Rocha (2010) como a retórica do capital, que se define pela relação agência, anuncian...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | dissertação |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| Repositório: | Repositório Institucional da UFPE |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufpe.br:123456789/19209 |
| Acesso em linha: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/19209 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Publicidade Vernacular Estratégias Publicitárias Marginais Comunicação Urbana Publicidade Informal Vernacular Advertising Marginal Advertising Strategies Urban Communication Informal Advertising |
| Resumo: | Em uma chave conceitual propositiva, a dissertação busca delinear uma modalidade de publicidade que chamamos de vernacular. Essa variante está à margem dos limites da publicidade oficial, abordada por Maria Eduarda Rocha (2010) como a retórica do capital, que se define pela relação agência, anunciantes e veículos de comunicação de massa, e dos padrões de produção publicitária já postos no mercado. O trabalho surge da intenção em definir e abordar ações que não se encaixam nos métodos e espaços de mídia tradicionalmente utilizados como suportes para as narrativas publicitárias. Fala-se de uma comunicação marginal, uma vez que a centralidade foi definida pela publicidade ao se formalizar, se definir por meio de um discurso, estabelecer regras e códigos pertinentes ao seu campo de atuação, para assim se fortalecer como instituição e sustentar um mercado para a produção capitalista de mercadorias, excluindo toda e qualquer forma de comunicação persuasiva que não se encaixe na agenda dos modelos estandardizados. Para construir o mapa conceitual a que nos propomos, valemo-nos das noções de Michael de Certeau (1998) ao diferenciar os modos de ação tático, que atribuímos à publicidade vernacular, e estratégico, que relacionamos à publicidade oficial. Mais do que determinar um espaço de produção, acreditamos com esse trabalho contribuir para pensar a publicidade contemporânea, que parece, a nosso ver, precisar cada vez mais do agir taticamente, sobretudo no tocante às redes sociais digitais. |
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