Perfil das atitudes de formandos em enfermagem frente aos transtornos mentais no Brasil, Chile e Peru

Este estudo teve por objetivo traçar um perfil de atitudes de formandos em enfermagem frente aos transtornos mentais em três culturas diferentes: Brasil, Chile e Peru. Para isso foi utilizada a escala de opiniões sobre a doença mental. Os resultados mostraram diferenças estatisticamente significante...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Pedrão, Luiz Jorge, Galera, Sueli Aparecida Frari, Silva, Maria Concepcion Pezo, Cazenave Gonzalez, Angelica, Costa Júnior, Moacyr Lobo da, Souza, Maria Conceição Bernardo de Mello e, Senmache, Gricelda Uceda
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2005
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista Latino-Americana de Enfermagem (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/2090
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/rlae/article/view/2090
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:atitude
enfermagem psiquiátrica
transtornos mentais
actitud
enfermería psiquiátrica
trastornos mentales
attitude
psychiatric nursing
mental disorders
Descripción
Sumario:Este estudo teve por objetivo traçar um perfil de atitudes de formandos em enfermagem frente aos transtornos mentais em três culturas diferentes: Brasil, Chile e Peru. Para isso foi utilizada a escala de opiniões sobre a doença mental. Os resultados mostraram diferenças estatisticamente significantes no nível de 5% nos fatores autoritarismo, ideologia de higiene mental, restrição serial e visão minoritária, favoráveis aos estudantes brasileiros. No fator etiologia interpessoal, os resultados foram favoráveis aos estudantes peruanos e no fator etiologia de esforço mental, favoráveis aos chilenos. No fator benevolência não houve evidência estatística que afirmasse diferença. Esses resultados permitem concluir que os formandos brasileiros apresentaram atitudes mais positivas frente aos transtornos mentais, mostrando-se menos autoritários, restritivos e discriminadores que os chilenos e peruanos, portanto, com maiores possibilidades de desenvolverem condutas mais terapêuticas com a pessoa portadora dos transtornos referidos.