O sentido da cor : uma investigação interdisciplinar

A interrogação situa-se na busca do sentido do sentido da cor e no movimento gerado por ela, que vai da experiência à educação da cor e vice-versa. Essa busca passa pela trajetória da vivência pessoal, encontra-se com o homem primitivo, relaciona-se com a pintura, arquitetura e materializa-se no mun...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Fazenda, Carla Maria Arantes
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2001
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-13092024-113216
Acceso en línea:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16131/tde-13092024-113216/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Not available
PERCEPÇÃO DE COR
Descripción
Sumario:A interrogação situa-se na busca do sentido do sentido da cor e no movimento gerado por ela, que vai da experiência à educação da cor e vice-versa. Essa busca passa pela trajetória da vivência pessoal, encontra-se com o homem primitivo, relaciona-se com a pintura, arquitetura e materializa-se no mundo das ciências naturais. O tempo da busca é único e seu espaço indeterminado. Uma aparente desordem ecoa no levantamento de várias possibilidades para os diversos sentidos da cor e numa visão do pesquisador sobre o assunto, que se amplia à medida em que a busca acontece. Ela fundamenta-se na investigação hermenêutica que apresenta um movimento circular convidando o intérprete a aproximar e a se afastar da cor e na interdisciplinaridade, onde o exercício de vivenciá-la e pensá-la produz uma transcendência que impulsiona a pesquisa a ir adiante. Essa cor nasce do desejo interior de colorir e exala-se nas mãos e corpo do artista/arquiteto tomando formas no espaço concreto e sendo por ele percebida. É ainda fronteira para o mundo dos objetos permitindo-nos percebê-los e reconhecer suas interrelações através de seu matiz, saturação e claridade. Ainda conclui-se que o trabalho humano de perceber a cor situa-se na confluência da racionalidade com a sensibilidade, na imobilidade e na ação paradoxalmente.