Cadê a outra? Cantos cênicos de um corpo duplo

A presente pesquisa intitulada “Cadê a outra?” cantos cênicos de um corpo duplo, traz como tema as trajetórias pessoais da intérprete-criadora desta obra descobrindo a existência de sua irmã gêmea que não nasceu, pois por ela, foi engolida. O fenômeno conhecido como fetus in fetu pela medicina, torn...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: LINHARES, Amanda de Mendonça
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Pará (UFPA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFPA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufpa.br:2011/16017
Acceso en línea:https://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/16017
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::ARTES::TEATRO
Trajetórias pessoais
Apresentação cênica - performática
Teatro (Literatura)
POÉTICAS E PROCESSOS DE ATUAÇÃO EM ARTES
ARTES
Descripción
Sumario:A presente pesquisa intitulada “Cadê a outra?” cantos cênicos de um corpo duplo, traz como tema as trajetórias pessoais da intérprete-criadora desta obra descobrindo a existência de sua irmã gêmea que não nasceu, pois por ela, foi engolida. O fenômeno conhecido como fetus in fetu pela medicina, torna-se um elemento secundário nessa obra, dando espaço à imaginação e invenção, ancorada em uma saga: devoradora e devorada. Essa escrita é feita de forma cartográfica, que em um rizoma, desdobra-se entre dois motes disparadores, sem início ou fechamento: as frases “cadê a outra?” e “só tem uma”, ditas pela mãe das gêmeas em seus descobrimentos sobre a perda. Perpassando por esses fatos entrelaçados, tal como um jogo ao falar de pares, porém escrito de forma ímpar, esse memorial poético resulta em uma apresentação cênica performática, conversando com os principais autores de base Gilles Deleuze, Félix Guattari e Lewis Carroll, sendo este último inspiração criativa visual para a criadora.