Às vésperas da abolição um estudo sobre a estrutura da posse de escravos em São Cristóvão (RJ), 1870
A primeira parte deste artigo revela a estrutura da posse de escravos de São Cristóvão em 1870, quando essa freguesia já integrava o perímetro urbano do município neutro. Assim, mostramos tal estrutura às vésperas da Abolição em um centro urbano dos mais dinâmicos do Império. É corroborado o padrão...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2004 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Estudos Econômicos (São Paulo) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/35812 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/ee/article/view/35812 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | slaveholding structure Brazilian history economy of slavery slavery historical demography estrutura da posse de escravos Brasil história economia da escravidão escravismo demografia histórica |
| Sumario: | A primeira parte deste artigo revela a estrutura da posse de escravos de São Cristóvão em 1870, quando essa freguesia já integrava o perímetro urbano do município neutro. Assim, mostramos tal estrutura às vésperas da Abolição em um centro urbano dos mais dinâmicos do Império. É corroborado o padrão estabelecido pela historiografia acerca do escravismo brasileiro: forte presença de escravistas de porte modesto, difusão relativamente ampla da instituição e inexistência de grande concentração na posse de cativos. O escravismo apresenta, no caso analisado, o mesmo perfil básico identificado desde inícios do Setecentos, nos mais diversos pontos do Brasil. Na segunda parte, confrontamos nossos resultados com os de vários outros estudos, respeitantes a diversas localidades brasileiras consideradas em diferentes momentos, apontando as semelhanças e disparidades observadas. De um lado, situamos São Cristóvão no universo do escravismo brasileiro; de outro, perseguimos o conhecimento mais largo e profundo das estruturas demo-econômicas de nossa sociedade escravista. |
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