Using the Bologna Score to assess normal delivery healthcare

OBJETIVO Descrever a assistência obstétrica prestada em maternidades públicas municipais durante o parto normal na cidade de Natal, Nordeste do Brasil, com uso do Índice de Bologna. MÉTODO Estudo transversal com abordagem quantitativa, desenvolvido com 314 puérperas. A coleta de dados processou-se d...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Carvalho, Isaiane da Silva, Brito, Rosineide Santana de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista da Escola de Enfermagem da USP (Online)
Idioma:inglés
portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/147751
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/reeusp/article/view/147751
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Parto Normal
Enfermagem Obstétrica
Cuidado Pré-Natal
Avaliação em Saúde
Enfermería Obstétrica
Atención Prenatal
Evaluación en Salud
Natural Childbirth
Obstetric Nursing
Prenatal Care
Health Evaluation
Descripción
Sumario:OBJETIVO Descrever a assistência obstétrica prestada em maternidades públicas municipais durante o parto normal na cidade de Natal, Nordeste do Brasil, com uso do Índice de Bologna. MÉTODO Estudo transversal com abordagem quantitativa, desenvolvido com 314 puérperas. A coleta de dados processou-se de forma consecutiva durante os meses de março a julho de 2014. RESULTADOS A assistência pré-natal foi prestada a 95,9% das puérperas, com início em torno do 1º trimestre de gestação (72,3%) e realização de sete ou mais consultas (51%). O parto vaginal espontâneo foi planejado para 88,2% mulheres. Todas as parturientes foram assistidas por um profissional de saúde, especialmente pelo médico (80,6%) e nenhuma obteve 5 pontos no Índice de Bologna em virtude dos baixos percentuais de partos em posição não supina (0,3%) e ausência do partograma (2,2%). Houve maior número de episiotomias em primíparas (75,5%) CONCLUSÃO A pontuação obtida por meio do Índice de Bologna foi baixa. Desse modo, é preciso melhorar e readequar o modelo obstétrico vigente.