Força de mordida em pacientes com fissura labiopalatina reabilitados com próteses parciais fixas sobre dentes naturais e implantes

As fissuras palatinas além de envolvem o osso alveolar podem promover a ausência do dente incisivo lateral ou apresenta-lo severamente comprometido. Nesses casos sua reabilitação poderá ser feita por próteses parciais fixas convencionais ou por prótese sobre implantes, geralmente após uma cirurgia d...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Tavano, Rafael D'Aquino
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-07032016-154213
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/61/61132/tde-07032016-154213/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:bite force
Cleft lip
cleft palate
Fenda labial
fissura palatina
fixed partial prostheses
força de mordida
implant-supported fixed dental prostheses
prótese dentária fixada por implante
prótese parcial fixa
Descripción
Sumario:As fissuras palatinas além de envolvem o osso alveolar podem promover a ausência do dente incisivo lateral ou apresenta-lo severamente comprometido. Nesses casos sua reabilitação poderá ser feita por próteses parciais fixas convencionais ou por prótese sobre implantes, geralmente após uma cirurgia de enxerto ósseo na região. Todavia além da estética, se faz necessário investigar sobre o potencial de força oclusal que essas reabilitações proporcionam. Assim, o propósito desse estudo foi avaliar a força máxima de mordida em indivíduos com fissura labiopalatina unilateral reabilitados com prótese parcial fixa convencional e sobre implantes e comparar esses resultados com o lado contralateral e com indivíduos sem fissura. A amostra foi constituída por 50 indivíduos, 25 pacientes com fissura (15 reabilitados com próteses parciais fixas convencionais e 10 sobre implantes) e 25 indivíduos sem fissura com dentes naturais. A força de mordida máxima foi mensurada por um único examinador utilizando o gnatodinamômetro, registrado nas regiões reabilitadas de incisivo lateral e canino, região de molares e incisivos centrais. Os valores médios obtidos, e a análise estatística com os testes t de Student e t de Student pareado permitiram observar que no mesmo indivíduo, a força de mordida do lado não afetado foi estatisticamente superior quando comparado com o lado da fissura reabilitado com prótese (p=0,005). O grupo reabilitado com prótese fixa convencional apresentou a força máxima de mordida estatisticamente igual ao grupo com prótese fixa sobre implante (p=0,781). Considerando os grupos experimental e controle na região de molares os resultados foram estatisticamente iguais (lado afetado p=0,082 e não afetado p=0,066). Na região de incisivo lateral e canino, o lado correspondente ao afetado no grupo-controle, apresentou força máxima de mordida estatisticamente maior que o grupo-experimental (p=0,004), enquanto no lado correspondente ao não afetado os resultados foram iguais. Na região de incisivos centrais o resultado médio do grupo-controle também foi estatisticamente maior que o experimental (p=0,005)