PRÁTICAS DE LETRAMENTOS LITERÁRIOS DE REEXISTÊNCIA NA OFICINA DE SARAU DO COLETIVOZ SARAU DE PERIFERIA
RESUMO Este artigo busca caracterizar as práticas de letramentos literários realizadas no primeiro dia da oficina de sarau ministrada pelo Coletivoz Sarau de Periferia, em junho de 2017, no Centro Cultural Urucuia, localizado na região do Barreiro, em Belo Horizonte. Esse coletivo, fundado pelo poet...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) |
| Repositorio: | Trabalhos em Lingüística Aplicada (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:scielo:S0103-18132021000300659 |
| Acceso en línea: | http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-18132021000300659 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | letramentos literários literatura marginal da periferia oficina de sarau letramentos de reexistência |
| Sumario: | RESUMO Este artigo busca caracterizar as práticas de letramentos literários realizadas no primeiro dia da oficina de sarau ministrada pelo Coletivoz Sarau de Periferia, em junho de 2017, no Centro Cultural Urucuia, localizado na região do Barreiro, em Belo Horizonte. Esse coletivo, fundado pelo poeta Rogério Coelho, nasceu em 2008 inspirado no Sarau da Cooperifa de São Paulo, vinculando-se, assim, ao movimento e à cena da literatura marginal da periferia da capital paulista. A oficina faz parte do projeto Coletivoz Oficina de Saraus, voltado para alunos da rede pública de ensino, com o objetivo de incentivar a leitura literária e a escrita criativa por meio da performance poética que circula nos saraus periféricos de literatura marginal contemporânea. Por meio de observação participante e gravação de áudio, foram analisadas algumas ações, discussões e falas dos oficineiros e dos estudantes. Como fundamentação teórica, foram utilizados os conceitos: de práticas de letramento, de Brian Street (2014), de letramento literário, de Graça Paulino e Rildo Cosson (2009), e de letramentos de reexistência, de Ana Lúcia Silva Souza (2011). Observamos que os eventos e as práticas de letramento da oficina são marcados pela interação das fórmulas rituais dos saraus das periferias com as da escola, incorporadas nos participantes e recriadas nesse encontro fora dos bares e da instituição escolar. Nessa interação, cria-se a possibilidade de a escola revisitar suas práticas de letramento, ampliando seu repertório, revendo suas metodologias e também contribuindo com práticas de letramentos literários de reexistências. |
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